terça-feira, 30 de março de 2010

PRECISO DE UM PROFESSOR DE NATAÇÃO...


Preciso de um profissional de natação para trabalhar comigo em Diadema. Precisa ser formado(a) e com experiência em natação. As aulas são de terça e quinta no período da manhã (urgente) e no período da tarde. O valor da aula para professor é de R$10,00 a AULA (45 minutos). São 4 aulas pela manhã e 4 aulas no período da tarde.
Interessados favor mandar curriculum para rogerionocentini@gmail.com
Até mais.

segunda-feira, 29 de março de 2010

AS LIÇÕES PODEM VIR DA ONDE A GENTE MENOS ESPERA...

Há muito tempo eu não via o Programa do Jô, mas ontem, vendo os melhores momentos do ano, assisti a esta entrevista com um professor de física, Pachecão. Vale a pena assistir - como toda entrevista interessante do Jô, ela é curta, portanto não vai tomar tanto assim o seu tempo.
Ele fala de como "vender" um produto que ninguém quer - no caso, a física - a todas as pessoas de uma forma divertida e diferente.
Apesar de ser um professor de física, o que ele fala, vale muito para a nossa carreira profissional, por isso que o vídeo é tão legal!
Divirtam-se!




Até mais.

sexta-feira, 26 de março de 2010

DÚVIDAS...


Uma professora me procurou pedindo a seguinte ajuda:
Gostaria q o senhor me ajudasse mais uma vez estou com uma pequena dificuldade com um aluno de 3 anos, faz 5 meses que esta fazendo natação e nao consigo com que ele mergulhe, ja tentei de tudo brincadeiras com caça ao tesouro no " fundo do mar", buscar os brinquedos, toda a vez que tento a submersão chora, e todos os exercico se nega a fazer ele é uma criança bastante dificil. A mae vê as outras crianças mergulharem saltarem e quer que seu filho tambem faça gera um certo constrangimento para mim, pois nao quero força-lo. O que o senhor acha? Devo aconselha-la a dar um tempo na natação e coloca-lo mais tarde, quando estiver maior ou devemos continuar tentando.

Respondi o seguinte:
Tem piscina rasa aí?
Se tiver, é um bom lugar para que ele aprende a mergulhar. Faça brincadeiras de jogar água na cara e quando ele estiver melhor, force com que ele caia, brincando de passar rasteira, jogando mais água, virando um balde de água na cabeça dele falando que é cachoeira.
Com relação à mãe, explique a situação para ela, que ele tem muita resistência, que VOCÊ não quer forçá-lo porque senão as coisas podem piorar, que as brincadeiras tem objetivo, que cada criança tem seu tempo, essas coisas.
Caso só haja piscina funda, faça a brincadeira com o balde com a criança sentada na borda, fala com que ela pule de fora da piscina ´para o seu colo e aos poucos você vai deixando com que ele afunde.
Até mais.

Alguém tem mais alguma sugestão para ajudar a professora? Mande para mim que eu coloco no blog: rogerionocentini@gmail.com
Até mais

quinta-feira, 25 de março de 2010

HORA DO PLANETA 2010...


Se somos a favor do esporte, também somos a favor da vida e da natureza, portanto vamos participar da HORA DO PLANETA 2010.
No blog, vemos a contagem regressiva para o evento e, para acessar a página da wwf, clique aqui.

quarta-feira, 24 de março de 2010

CURSO...

O Professor Marcelo Tomazini, grande atleta que foi e grande técnico que é, agora ataca de palestrante. Abaixo algumas fotos do curso que o Tomaza deu na academia Progress, em São Paulo, através da ALMA CURSOS E EVENTOS acesse http:/www.cursosdenatacaoehidroginastica.blogspot.com ou http://cursosdemusculacaopersonaleavaliacao.blogspot.com



Sucesso Tomaza!

VARIAÇÃO SOBRE O MESMO TEMA...trabalho de perna

Sempre falo aqui sobre variar a aula, então hoje coloquei um exemplo. É uma série de perna para crianças da categoria mirim (6 a 10 anos). O criador da série e quem está dando o treinamento é o Prof. Felipe Silva do Clube Paineiras do Morumby.
São vários "tiros" com metragem de 25 metros sem prancha, porém o estilo que se fará a perna depende da cor da prancha mostrada pelo professor. Isto faz com que o aluno preste atenção à prancha que será mostrada e treine a velocidade de reação, pois tem que ver a cor, associar ao estilo e sair para o tiro. Não deixa de ser um trabalho de perna, porém com algo que prendeu a atenção das crianças e fez com que o treino ficou mais estimulante e divertido.
video
Até mais.

sexta-feira, 19 de março de 2010

NA PARTE COMPETITIVA...


Bem pessoal, todos sabem que eu também e, principalmente atuo como técnico de natação da categoria Infantil do Clube Paineiras do Morumby, em São Paulo. Pois bem, este ano, plagiando uma idéia do Coach Alex Pussieldi (www.bestswimming.com.br), introduzi no treinamento, o DIA DO FUNDO.
É uma iniciativa para tirar um certo trauma que as crianças mais novas, principalmente as vindas do Petiz II tem com as provas de fundo.
O treino funciona basicamente como uma competição, com séries balizadas e apenas um tiro (800 metros para as meninas e 1500 metros para os meninos), depois de um aquecimento global.
A matéria e as fotos do dia estão no blog do Paineiras Natação e, para acessar, basta clicar aqui.

quarta-feira, 17 de março de 2010

FALANDO SOBRE ESTÁGIOS...


Mais um excelente artigo do Prof. Bona no blog DENTRO D'ÁGUA (clique para ir ao blog), falando de algo tão real e intrínseco no nosso dia-a-dia - o estágio.


Uma situação muito comum em Academias de todo o país é a utilização de estagiários que, ajudando os profissionais efetivos da casa, contribuem para melhorar o nível do atendimento aos alunos. Especialmente na Natação, esta é uma estratégia muito utilizada, apesar das críticas (por vezes acertadas) de que isso representa um aviltamento das condições de trabalho de nós profissionais, já que o estagiário representa, em última análise, mão de obra barata.

Incrível é que, muitas vezes, a confusão entre estágio e trabalho é perpetuada pelos próprios estudantes de Educação Física, que na ganância por um dinheirinho que lhes alivie o bolso e no ardor de inserir-se no mercado de trabalho, submetem-se ao “pseudo-estágio” (que na verdade é um sub-emprego) esquecendo-se que nas proximidades de sua graduação a primeira providência da empresa mal-intencionada será demití-los sumariamente e substituí-los por outros incautos.

O aluno pode achar que mesmo que isso ocorra ele nada perdeu, mas perdeu sim: ele está prestes a entrar num mercado de trabalho descaracterizado e muito mais difícil pela sua própria atitude inconseqüente.

Bem, para mim tudo começa por uma mal entendida caracterização do que seja o estágio e quais os seus objetivos e características essenciais.

Estágio não é trabalho, é uma ótima estratégia de aprendizagem que coloca o aluno em contato direto com a sua realidade profissional, para que ele complemente seus conhecimento de sala de aula, sem contudo que ele possa se responsabilizar formalmente por nada. Aqui, a primeira coisa importante a ser dita: como toda estratégia de aprendizagem, é necessário que no local de estágio haja um professor graduado que atue como tutor ou supervisor do estagiário, a quem ele se reportará sempre e que se responsabilizará por tudo que o estagiário fizer.

Portanto este professor só poderá delegar pequenas tarefas ao estagiário, desde que esteja sempre presente para supervisioná-las de corpo presente e em tempo real. Estagiário dentro da piscina apenas auxiliando aqueles com mais dificuldade e supervisor ministrando a aula, existe. Estagiário na piscina sozinho com os alunos e supervisor na sala da coordenação fazendo outras coisas, não existe!

As diferenças mais essenciais entre estágio e emprego são duas: responsabilidade (que já foi dito) e remuneração. No trabalho você tem a sua cota de responsabilidade pelos alunos, atletas, clientes, etc. que lhe são confiados: você planeja, executa e avalia. No estágio não. Tudo o que um estagiário faz é de responsabilidade de seu supervisor.

No trabalho há uma remuneração, ou seja pagamento como contrapartida aos serviços prestados COM RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL. No estágio não: o pagamento do estagiário é (ou deve ser) o conhecimento que ele adquire em contato com a atuação de profissionais já formados e mais experientes. Algumas empresas estimulam seus estagiários com uma ajuda de custo, que é uma remuneração que visa somente aliviar os custos de transporte e alimentação. Aluno que precisa fazer alguma coisa para ajudar a pagar sua Faculdade de Educação Física não está precisando estagiar na área, está precisando trabalhar em qualquer outra atividade até que se gradue. Se, além disso, conseguir também estagiar em um local que lhe dê uma ajuda de custo, tanto melhor.

Nos casos em que o estágio dure um tempo considerável (alguns meses), após este período, o professor supervisor pode até solicitar ao estagiário que conduza sozinho um aquecimento, ou que supervisione um final de aula lúdico de seus alunos, mas isso para que ele (professor) possa fazer algo diretamente relacionado a aula, e sem se ausentar da piscina, como: atender uma mãe com dúvida, ajudar um aluninho que esteja chorando por qualquer razão, recepcionar um aluno novo que lhe mostre sua avaliação física, etc. “Dá esse aquecimento pra mim que eu vou na lanchonete tomar um cafezinho”, não existe!

De nada adianta investirmos tempo e dinheiro em nossa formação profissional, se na hora de começarmos a atuar, iniciamos depreciando nossa própria condição profissional.

Opinião: Com aumento expressivo das faculdades de educação física e da quantidade de novos profissionais a cada ano, corremos o risco de destruir o nosso ganha-pão. Hoje vemos novos profissionais trabalhando por qualquer esmola (já vi academias pagando R$ 3,40 a hora/aula) e muita gente aceitando. Vêm-se com o papo de que todos precisam trabalhar, mas o que acontece é que cada vez mais temos que trabalhar mais, ganhando menos. Isto arrebenta com a qualidade das nossas aulas e, principalmente das nossas vidas.

Precisamos nos valorizar para sermos valorizados, ou vocês acham que um médico ou advogado, ou engenheiro, ou qualquer coisa, trabalha por R$3,40 a hora?

Prof. Rogerio Mixirica Nocentini


Correndo os olhos em blogs que sempre leio, encontrei esta postagem do Professor Bona no blog DENTRO D'ÁGUA, falando sobre estágios. Eles devem ser remunerados ou não?

O assunto Estágio em Educação Física é bastante rico e cheio de nuances. Sem sair dele, podemos ainda nos perguntar: oferecer um estágio não remunerado é ético? Não seria um abuso, nos dias de hoje esperar que alguém faça estágios sem ganhar um centavo? Bem, a maioria dos estágios inidôneos que já conheci, mascaravam sub-empregos degradantes sob a forma de “estágios remunerados”. Portanto, de saída posso afirmar que remuneração (a qualquer título) não é garantia de estágio honesto. É preciso deixar claro sempre que estágio é uma estratégia de formação profissional, prima da aula de faculdade, dos seminários, dos estudos em grupo. Sendo assim, a simples presença em alguma academia, escola ou clube não basta. É preciso que haja sempre um profissional disposto a supervisioná-lo, a orientá-lo, a responder as suas dúvidas e, principalmente, a responsabilizar-se por tudo que o estagiário fizer. Isso tudo demanda tempo deste profissional supervisor. Tempo especializado e remunerado portanto. Dessa forma, podemos dizer que uma empresa honesta e que oferece estágios honestos paga um ou mais de seus profissionais para, entre outras tarefas, orientarem estagiários, mesmo que para o estagiário não vá nenhum centavo. Isso não é uma oportunidade de ouro, num mundo onde muitas empresas economizam até no papel higiênico e se fecham cada vez mais em seus balanços? Oferecer estágio, mesmo os mais corretos e éticos, é tecnicamente um custo para a empresa. Muitas delas só topam fazer isso porque sabem que um programa de estágios bem concebido pode tornar-se rapidamente um confiável programa de seleção e treinamento de talentos que, na hora oportuna, serão contratados como profissionais. A empresa assim transforma custos em investimentos. Neste contexto, entendo que mesmo que a empresa não possa dispor de verbas específicas para ajudas de custo (essencialmente transporte e alimentação), um estágio criterioso e bem conduzido de parte a parte pode ser aceito sem problemas. É claro que o estudante, tendo que fazer frente a todos os seus custos, precisa avaliar suas disponibilidades. Via de regra, precisa estagiar relativamente próximo de casa ou ter transporte próprio e econômico, além de estabelecer um horário que lhe permita almoçar, jantar ou mesmo lanchar de forma também econômica. A oportunidade de agregar valiosos conhecimentos, que muitas vezes apenas a prática orientada e o contato com colegas mais experientes trazem, é que deve estar no norte da bússola de que procura estágios. O resto negocia-se!

Na minha opinião, o estágio é uma grande oportunidade de se aumentar nossos conhecimentos e acredito fielmente que o mais importante é COM QUEM você vai estagiar e ONDE isso vai acontecer. O que tenho visto hoje é muito gente se preocupando mais com QUANTO VAI GANHAR do que com o QUANTO VAI APRENDER.
Concordo plenamente com o Prof. Bona.

BRINCADEIRAS, PRÁ QUÊ?


Há muito, eu venho falando sobre a utilização de brincadeiras e atividades diferentes e divertidas nas aulas com crianças. Para os leigos, ou para os que, como eu, não acreditava muito na eficiência disto há alguns anos, devo dizer que faz uma grande diferença.
Obviamente a brincadeira, por si só não provoca nenhuma alteração no comportamento ou no aprendizado do aluno, mas calcada sobre objetivos claros e definidos, as brincadeiras fazem toda a diferença do mundo.
Há alguns anos, ouvi de um conceituado professor, Mauricio de Oliveira, que as aulas dele haviam melhorado e muito depois do nascimento do seu filho e hoje, venho percebendo a mesma coisa.
Tenho percebido um aumento enorme na paciência, na tolerância e na diminuição da pressa com meus alunos. Não quero dizer com isso, que todos os professores devem sair correndo tendo filhos, ou que os professores sem filhos não são tão bons quanto os pais e mães, só estou constatando um fato de que a falta de pressa, o aumento da tolerância e a utilização de brincadeiras durante a aula, no final das contas, acelera e muito o aprendizado da natação.
Alguém poderá dizer "isso á mais óbvio do que qualquer coisa!". Pois é, mas são as coisas óbvias que a gente esquece, na busca desenfreada por algo que nos diferencie dos demais professores e, estão nas coisas básicas e que geralmente esquecemos que está o nosso grande trunfo, que é ensinar a nadar, com qualidade e, acima de tudo, com prazer!
Até mais.

Prof. Rogerio Nocentini

sexta-feira, 12 de março de 2010

SEQUENCIA COSTAS...

Hoje vou colocar um vídeo que mostra uma sequencia de educativos de costas que deram muito resultado ano passado com as crianças e estou utilizando bastante.
O primeiro exercício é feito com um braço só (pode ser feito com um de cada vez ou com um braço cada piscina). O aluno faz a fase aérea até os 90º, gira o braço até a palma ficar para fora, volta a palma e a braçada.
O próximo exercício, o aluno faz a fase aérea, gira o braço, toca a mão na água e volta.
O terceiro exercício é feito com a braçada completa e força na fase aquática. Depois, o aluno faz o nado completo e a cada 3 braçadas pára o corpo na lateral para aprender a rotação de quadril. No último exercício, o nado é completo, prestando atenção à todas as fases.
Para atletas iniciantes, é bom fazer com Pé-de-pato, mas para alunos / atletas mais experientes, pode-se fazer sem material.

video
Até mais.

quarta-feira, 10 de março de 2010

NOVO BLOG DE NATAÇÃO NO AR...


Eu acho que a maior parte do sucesso de um trabalho, principalmente no setor competitivo vêm da união, do comprometimento e da motivação. Por isso, achei este blog bem legal. É novo, mas feito por atletas da UNISANTA. Provavelmente não falará de técnica, de treino, de educativos e outras coisas do nosso dia-a-dia (e nem deve falar mesmo!), mas falará de algo mais importante - dos sentimentos dos atletas. E isso vai ser muito interessante de acompanhar.
Para quem quiser conhecer o blog, basta clicar aqui.
Até mais

segunda-feira, 8 de março de 2010

MICHAEL PHELPS NÃO É PERFEITO!!!!!


Estou voltando do V ENCONTRO NACIONAL DOS TÉCNICOS DE NATAÇÃO e durante a palesta do Ph.D. Genadius Sokolovas, que durante 9 anos fez análises biomecânicas na seleção americana, vimos claramente que Michael Phelps não é perfeito, ele erra!
Michael tem defeitos, considerados graves para um atleta do seu nível.
GRAÇAS A DEUS!
Claro que este comentário não tem nada de maldoso, só nos alegra, porque se o Michael tem defeitos, significa que pode melhorar, ou seja, podemos esperar de Phelps mais provas maravilhosas e resultados fenomenais.
Além disso, nos coloca para pensar (e trabalhar), já que se o maior nadador de todos os tempos tem defeitos em seu nado e coisas para melhorar, imagina os nossos atletas e alunos?
Por melhor que possamos achar que um aluno nosso é muito bom, ele sempre terá o que melhorar,por mais que possamos achar que nós somos muito bons, sempre temos o que melhorar!
Atá mais.