sábado, 29 de novembro de 2008

OS DEZ MOMENTOS OLIMPICOS INESQUECÍVEIS



Resumo da matéria da Swimming World Magazine edição de agosto de 2008 destacando dez dos mais empolgantes e históricos resultados olímpicos da história.





1) JANET EVANS (USA) vencendo os 400 livre em 1988
Foi uma verdadeira batalha entre americanos e alemães. Um recorde que se manteve por quase 18 anos com os 4:03:85 de Janet Evans. Evans teve uma batalha forte contra duas gigantes alemãs Heike Friedrich e Anke Mohring forçando a quebra do recorde anterior que já era dela por um segundo.
Janet Evans não se intimidou e partiu desde o início na frente passando os primeiros 100 metros com 59:99. As alemãs se aproximaram na altura dos 200 metros, mas Evans nunca perdeu a liderança. O recorde mundial atual desta prova de Federica Pellegrini é dois segundos mais forte que a marca de Janet Evans, porém os primeiros 100 metros ainda é um segundo mais lento que a impressionante passagem da americana há 20 anos.

2) MISTY HYMAN (USA) vencendo os 200 borboleta em 2000
Os australianos tinham Ian Thorpe nos 400 livre e Susan O’Neil nos 200 borboleta. Eram seus maiores favoritos para a disputa dos Jogos de Sydney. Jamais ninguém teria a ousadia de desafiá-los ou sonhar em derrotá-los.
Misty Hyman pensava diferente. Com seu nado usando e abusando do nado submerso, Hyman largou na frente e se manteve na frente. Ela já estava conhecida por passar na frente e morrer no final, porém na altura dos 150 metros ainda se mantinha forte e decidida a vencer. Susan O’Neil não escorregou na saída, não bebeu água, não errou na virada, sua prova foi perfeita, mas Misty Hyman foi fora de série.
Ao vencer a prova, Hyman quebrou o recorde olímpico dos 200 borboleta além de um recorde histórico, o recorde americano de Mary Meagher que já durava 10 anos.

3) REVEZAMENTO AMERICANO vencendo o 4 x 100 livre feminino em 1976
O International Swimming Hall of Fame elegeu como o revezamento do século. Todo mundo esperava pela vitória da Alemanha Oriental na piscina de Montreal em 1976. Afinal, eram 11 vitórias nas 12 provas femininas até então realizadas.
Coach Jack Nelson e suas meninas Kim Peyton, Wendy Boglioli, Jill Sterkel e Shirley Babashoff fizeram o mundo acreditar em milagres. O revezamento americano abriu junto mas desafiou as imensas alemãs com determinação e garra. Venceram as americanas que além de campeãs olímpicas e recordistas mundiais também eram limpas.

4) FELIPE MUÑOZ (México) vence os 200 peito em 1968
Um feito histórico para um país que jamais havia nem subido ao pódium nas provas de natação olímpica. Naqueles Jogos, o México ainda venceu duas medalhas de ouro no boxe, porém nenhuma delas teve o apoio popular e a verdadeira loucura que se instalou com a performance de Muñoz. Aclimatado com os efeitos da altitude, o jovem Felipe Muñoz soube atacar no final da prova passando um a um os seus adversários apoiado intensamente pela grande torcida nas arquibancadas. No final da prova, ele foi carregado nos ombros da multidão.

5) O primeiro revezamento 4 x 200 livre feminino em 1996
Não faz muito tempo mulheres ainda eram tratadas com diferença na natação olímpica. Elas não puderam competir oficialmente até a 5ª edição dos Jogos Olímpicos em 1912 e foram obrigadas por anos a utilizarem imensas saias para cobrir os seus corpos para nadar.
A história recente vem mudando isso aos poucos. Até hoje, os 1500 livre ainda são para os homens, mas elas vão ter o mesmo direito de disputar os 10 quilômetros das águas abertas estreando em Beijing. Também foi assim em 1988 na primeira vez que os 50 livre foi realizado nas Olimpíadas onde homens e mulheres nadaram a prova.
Assim, depois de 88 anos que os homens tiveram a chance de nadar o revezamento 4 x 200 livre (1908) as mulheres tiveram a mesma chance nos Jogos de 1996 em Atlanta.
Na primeira edição, as alemãs sairam na frente com mais de um corpo imposto pela então recordista mundial Franziska van Almick. As americanas com Trina Jackson, Cristina Teuscher, Sheila Taormina e Jenny Thompson foram atrás e venceram a prova. Com a vitória, Jenny Thompson se sagrou a primeira mulher olímpica a vencer três provas de revezamento coisa que ela voltou a repetir em 2000 e coisa que os homens Mark Spitz em 1972 e Jim Montgomery em 1976 também alcançaram. Todos americanos.

6) MARK SPITZ (USA) e SHANE GOULD (Austrália) roubam o show em 1972
Enquanto Mark Spitz vencia sete medalhas de ouro com cinco novos recordes mundiais, Shane Gould também fazia história ganhando medalhas em todas as provas de crawl da competição olímpica. Feito inédito até hoje. Além das vitórias nos 200 e 400 livre com recordes mundiais, Gould ainda foi bronze nos 100 e prata nos 800 livre, além de mais uma vitória nos 200 medley também com recorde mundial.

7) MICHAEL PHELPS (USA) deu a IAN CROCKER (USA) a vaga no revezamento de 2004
Ian Crocker não estava bem em Atenas. Pegou uma virose e complicou bastante o revezamento americano do 4 x 100 livre abrindo muito mal. Depois não passou das eliminatórias nos 100 livre e mesmo nadando melhor nos 100 borboleta não fez o suficiente para bater Michael Phelps.
Phelps já havia falhado no intento de quebrar ou igualar as sete medalhas de ouro de Mark Spitz com o bronze do 4 x 100 livre e o bronze dos 200 livre. Assim, decidiu dar a vaga da final do revezamento 4 x 100 medley a seu companheiro, mesmo tendo este direito como vencedor da prova. Ian Crocker tomou responsabilidade pela chance que Phelps lhe deu fazendo o mais rápido parcial da história da prova.

8) PABLO MORALES (USA) vence os 100 borboleta em 1992
Pablo Morales foi um dos mais fantásticos nadadores americanos de todos os tempos. Porém ele nunca havia mostrado tudo isso em Jogos Olímpicos. Em 1984 foi prata atrás de Michael Gross mesmo já sendo o recordista mundial. Em 1988, ele nem a seleção americana conseguiu ao terminar em 3º no Olympic Trials.
A chance estava para 1992 em Barcelona onde já com 27 anos numa época onde não se nadava tanto tempo e sobrecarregado pelos anos de faculdade de direito. Mesmo assim, impulsionado pela mãe Blanca, Pablo Morales se sagrou campeão por apenas três centésimos de segundo sobre o polonês Rafal Szukala.

9) A passagem de Eric Moussambani (Guiné Equatorial)
A prova das eliminatórias dos 100 livre foi cômica. Eric Moussambani ganhou o mundo da mídia onde nomes consagrados como Ian Thorpe e Pieter van den Hoogenband tiveram que fazer muito mais do que ele. Balizado na primeira série dos 100 livre, foi beneficiado pela desclassificação dos outros dois concorrentes na saída falsa. Moussambani nadou só e ganhou o apoio de todo público presente no complexo em Sydney. Passou o sprimeiros 50 metros em pouco mais de 40 segundos e terminou a prova com 1:52:72, o pior tempo da história dos 100 livre nos Jogos Olímpicos. O fato gerou a imposição de índices para os futuros Jogos e o controle na inscrição de atletas de determinados países.

10) DAWN FRASER (Austrália) vence três vezes os 100 livre em 1956, 1960 e 1964
A australiana Dawn Fraser já tinha 27 anos quando tentou e conseguiu vencer os 100 livre em 1964 em Tóquio. Sua vitória ainda foi marcada pela marca de 59:99, a primeira mulher a quebrar a barreira do minuto na natação mundial.
A húngara Krisztina Egerszegi também se juntou a Dawn Fraser vencendo os 200 costas nos Jogos de 1988, 1992 e 1996.
Dois homens tentaram e não conseguiram: Alex Popov e Kieren Perkins. Em Beijing, Pieter van den Hoogenband nos 100 livre e Grant Hackett nos 1500 livre serão as esperanças de poderem adicionar seus nomes nesta lista.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

POSITIVE COACHING

Excelente matéria do Coach Alex Pussieldi (só prá variar!) sobre psicologia nos treinamentos, mas que pode e deve certamente ser utilizadas nas aulas e NA VIDA!


POSITIVE COACHING
Best Swimming
Jack Nelson a frente da sua comissão técnica em 2003
Alex PussieldiPublicado em 07/11/2006



Eu profissionalmente me sinto um grande afortunado pelo fato de um dia ter trabalhado com o treinador norte-americano Jack Nelson. Jack Nelson, um dos mais famosos treinadores de natação do mundo me ensinou muito mais do que natação. Seu espírito, sua energia, sua atitude é algo que realmente marcou o período que trabalhei com ele e procuro ao máximo levar isso comigo para sempre.
Falo especificamente pela disposição e energia positiva que Jack Nelson sempre trouxe para a borda da piscina e como isso interagia na relação com os nadadores. Não é difícil ver como ele conseguiu ter tanto sucesso como técnico, com mais de 60 nadadores olímpicos e outras tantas conquistas como medalhas olímpicas e recordes mundiais.
Mas não foi nada de aeróbico ou anaeróbico, ou segredos e mágicas para dar treino, ou até mesmo séries secretas para super resultados. O grande ensinamento que Jack Nelson me deu e a muitos outros treinadores e atletas que tiveram a oportunidade de estarem a seu redor, foi de tentar fazer uma vida melhor. Jack Nelson é um exemplo de vida e de energia que faz pequenas coisas se tornarem super importantes e expressivas. Coisas que nem pensamos, nem prestamos a atenção mas que no final das contas fazem muita diferença. Lembro que a cada dia me espantava ver aquele baixinho de 1,65 cm de altura (se é que ele tem tudo isso) dar "Bom Dia" as 4 e 30 da manhã num sorriso quase que impossível de ser retribuído por maior que fosse o seu sono ou o mau humor normal das manhãs. Lembro também que toda vez que íamos a um restaurante, Coach Nelson fazia questão de saber o nome do garçom, tratá-lo bem e sempre deixar uma gorda gorjeta. Ele nunca perdia a oportunidade de abrir uma porta, carregar sacolas para senhoras ou acariciar uma pequena criança que mal ele conhecia. Vi que o segredo de Coach Nelson não era fazer grandes atletas, mas tentar fazer esta vida melhor.
A relação treinador-atleta deve ser recheada de mensagens e energia positiva pois os resultados sempre serão mais expressivos. Foi aí que descobri o sucesso de Coach Nelson. Suas críticas sempre eram positivas, por maior que fosse a bronca, ele sempre tinha algo para acrescentar. Sua preocupação ia sempre além de um simples resultado ou competição.
E é assim que tem de ser. Nós treinadores, somos formadores de opinião, contribuidores na formação de caráter, e responsáveis por futuros cidadãos. É nossa responsabilidade adicionar elementos positivos e dar direções a estes jovens.
Não pense que isso não é importante e que não faz diferença, apenas veja o exemplo de Coach Nelson e verá o quanto foi grande o seu sucesso. Hoje, curtindo sua aposentadoria, sua casa vive cheia pela visita dos ex-atletas, ex-campeões de ontem, e hoje homens e mulheres, realizados e felizes que agradecem pela oportunidade de um dia ter trabalhado com esta figura.
A filosofia de Jack Nelson sempre foi essa. O lema do seu antigo Fort Lauderdale Swim Team, hoje fechado, era "O acesso para o sucesso é através da mente". Sempre foi, sempre será.
A crítica é uma necessidade no nosso trabalho. Mas deve ser sempre visando o objetivando a melhora e o crescimento. Vi uma nota em uma clínica da ASCA que dizia: "Crítica é como chuva, deve ser suave o suficiente para fazer a grama crescer mas jamais ser forte a ponto de destruir suas raízes".
Com base neste tipo de filosofia tenho trabalhado quase que toda minha carreira como treinador. Nem sempre é possível, todos somos humanos e tem horas que não dá para controlar a raiva, o ódio, nossas emoções. Mas de uma forma geral é algo que faz parte de minha filosofia de trabalho e acho que acrescenta muito na formação de atletas e principalmente cidadãos.
A partir de amanhã, você, treinador, vai ser um melhor profissional e vai fazer sua vida ainda melhor. Não custa nada tentar.
Para visitar o site clique aqui

101 DICAS PARA MELHORAR SUA AULA/TREINO (81 a 90)


81 - O treinador deve ser o criador das experiencias positivas.

82 - Adequado previo planejamento evitara maus resultados.

83 - Elogios e comentarios positivos sao grandes ferramentas do treinador.

84 - Pense a respeito do que voce vai dizer antes de dizer. Entao preste a atencao na reacao de suas palavras antes de dizer qualquer coisa a mais.

85 - Linguaguem corporal pode falar muita coisa. Muitas vezes nao é somente o que voce diz, mas como voce fala.

86 - Um sinal positivo com a cabeca é tao bom como um piscar de olhos.

87 - Treinamento é uma rua de duas maos. Os atletas sentem mas nao podem ver, os treinadores vêem mas nao podem sentir.

88 - Tente descobrir os problemas e situacoes pessoais de seus atletas. Eles sao pessoas e pelo fato de escolherem este esporte, nao quer dizer que sejam apenas esportistas, eles sao pessoas. 89 - Trabalhe a parte psicologica de seu grupo. Tecnicas mentais podem ajudar a desenvolver as tecnicas fisicas.

90 - Atletas escutam o treinador quando o treinador escuta eles tambem.



quinta-feira, 27 de novembro de 2008

DIVERSÃO

Vocês já devem ter visto, mas é sensacional. A chegada do Phelps nos 100 borboleta na Olimpíada e a reação de Cavic (sátira). Demais!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A SAÚDE DO PROFESSOR DE NATAÇÃO

Nós professores de natação pensamos em organizar nossos alunos, planejar nossas aulas e treinamentos, dar lição de moral e falar como é importante a busca da saúde, mas muitas vezes esquecemos do mais importante - cuidar de nós mesmos.

Este artigo, escrito pelo Prof. Bona no Blog Dentro D´água, nos lembra de muitas coisas que costumamos esquecer. Vale a pena ler e colocar em prática.




Um detalhe importante mas freqüentemente negligenciado pelos meus colegas mais jovens é o fato que todo profissional de Educação Física que trabalha com Natação precisa desenvolver hábitos cuidadosos para com a sua saúde.

Basta observar o micro ambiente de uma piscina para verificar essa necessidade: a altíssima umidade, o calor freqüente, água da piscina eventualmente fria, o ar saturado de cloro, a borda sempre molhada (às vezes até com poças d’água) e o fato de muitas vezes numa mesma jornada de trabalho ser necessário entrar e sair da piscina mais de uma vez.

Podemos não dar muita bola para isso enquanto somos jovens e temos uma saúde sólida para suportar essas adversidades, mas essas condições de trabalho sem dúvida agridem o nosso organismo.

E elas só se farão sentir no médio e longo prazo, quando a carga de trabalho superar nossa capacidade de suportar toda essa insalubridade ou quando a idade chegar e a nossa saúde começar a dar sinais de esgotamento. E ela sempre chega, acreditem!

Por isso, desde logo recomendo a todos que trabalham em piscinas que desenvolvam hábitos de cuidados essenciais com a saúde. Esses hábitos nos protegerão de doenças oportunistas e permitirão o pleno desenvolvimento de nossa carreira. Sim, porque, como costumo dizer, não há competência técnica ou acadêmica que subsista a ausências reiteradas ou à fadiga física provocada por doenças recidivantes. Em outras palavras, um profissional insalubre será sempre um mau profissional.


1. Equipe-se. Faça sempre uma boa mala, com toalhas sobressalentes, roupão, chinelos, uma muda completa de roupas secas, talco secante para os pés. Equipe-se e faça uso desse equipamento.


2. Se as condições físicas do ambiente estiverem favoráveis (principalmente a temperatura da água da piscina), não deixe a preguiça vencer a necessidade de entrar na água e adiante todos os conteúdos de aula que você puder. Se não, pode ser que mais tarde você precise entrar na água em condições mais adversas.


3. Evite ficar descalço. Use sempre um chinelo impermeável, esteja frio ou calor. No frio, ele lhe protegerá da friagem que sobe das pedras que cercam a maioria das piscinas. No calor ajudará secar seus pés e mantê-los livres de micoses e frieiras.


4. Mesmo que você trabalhe em vários locais, monte seus horários de trabalho de forma que, no final do expediente, você possa tomar banho sempre que entrar na piscina. Ficar com a pele impregnada de cloro por horas não é bom nem mesmo para os mais jovens;


5. Não subestime gripes e resfriados, principalmente no inverno. Cuide deles intensivamente com medicação apropriada, boa alimentação e o resguardo que for possível. A evolução para pneumonias, sinusites, amidalites e outras doenças oportunistas é bastante comum.


6. Tenha um carinho especial com a sua voz, pois ela é seu principal instrumento de trabalho. Cuide da garganta sempre que necessário (e mesmo preventivamente) com pastilhas apropriadas, sprays de própolis ou produtos semelhantes. Compre um bom apito e acostume-se a usá-lo. Você se surpreenderá como ele poupará suas cordas vocais.


7. Se você der aula em piscina aberta, talvez a qualidade do ar seja melhor do que em piscina fechada, mas em compensação sua preocupação com os efeitos do sol deve ser constante. Protetor solar e um bom boné devem ser seus amigos inseparáveis.


Para ler o artigo no local de origem, clique aqui

O PONTO DE AGARRE É FUNDAMENTAL PARA O NADO VELOZ

O agarre é o ponto durante a fase submersa da braçada, em que se tem início a propulsão. Em três dos quatro estilos de competição, quase todos os nadadores acreditam - erroneamente - que o agarre deve ser feito imediatamente após suas mãos entrarem na água. No nado de peito, alguns acreditam que o agarre começa imediatamente quando começam a deslocar, para os lados, suas mãos para fora. Esse erro provoca um dos problemas mais comuns na natação competitiva - o cotovelo caído. Na verdade, em todos os estilos, a propulsão começa mais ou menos a um terço do trajeto submerso da braçada. Os braços devem deslocar-se para fora ou para baixo por aproximadamente por 40 a 50 cm e devem ser flexionados ao longo de uma faixa de 30 a 40 graus no cotovelo, antes que o nadador execute o agarre. Os nadadores precisam deste lapso de tempo para que tenham seus braços posicionados para deslocar a água para trás.


A figura abaixo mostra quando a propulsão tem início no nado crawl. Os dados foram coletados de filmagens de Matt Biondi, nadando em provas de 100 metros. No eixo vertical, a força está expressa em quilogramas. O tempo, em centésimos de segundo, está assinalado na horizontal. Foi desenhado um padrão de braçada (vista lateral) na parte superior do gráfico, com marcações de centésimos de segundo, para ilustrar quanta força propulsiva está sendo gerada durante cada fase da braçada.



Fonte; Nadando Ainda mais Rápido - Ernest Maglisho (1993)

terça-feira, 25 de novembro de 2008

VARREDURA PARA CIMA

A varredura para cima, segue-se à varredura para dentro nos nados crawl e borboleta. A figura abaixo ilustra a varredura para cima durante o nado crawl nas vistas lateral e frontal.
Até mais.

VARREDURA PARA DENTRO

Hoje vou falar da terceira varredura - A VARREDURA PARA DENTRO.

Esta varredura segue-se à varredura para baixo nos nados crawl e costas e à varredura para fora nos nados peito e borboleta. Esta é a primeira varredura propulsiva nos três dos quatro estilos de competição. Há um movimento correspondente no nado de costas, mas é chamado varredura para cima, porque o nadador se encontra numa posição supina e o braço desloca-se para cima. Apesar disso, o modo de produção da propulsão durante a varredura para cima no nado de costas é idêntico, sob todos os aspectos, à varredura para dentro - exceto quanto à direção. Abaixo, figuras que mostram o momento da varredura para dentro nos estilos.


varredura para dentro no nado crawl

varredura para dentro nos nados peito e borboleta




varredura para dentro nos nados crawl e costas

Até mais.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

BATERÍA DE EJERCICIOS DE ONDULACIONES

1.- Ondulación subacuática manos adelante.
2.-Ondulación lateral cambiando de lado.
3.-Ondulación espalda.
4.-Ondulación con tirabuzones.
5.- Nado normal + ondulación en salidas de virajes.
6.-Ondulación variando la amplitud.
7.-Ondulación espalda con pullboy en la cara.
8.-Ondulación mariposa con pullboy en la cabeza.
9.-Ondulación vertical (sin peso o con peso añadido).
10.- Igual que 1, 2, 3 y 4 pero para atrás




Colaboração: Prof. Frank Almora Diaz

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

ANTES DE ENTRAR NA PISCINA, CONFIRA A QUALIDADE DA ÁGUA


Matéria publicada no site Swim it up (http://swim.com.br/noticias.php?id=42730)


A piscina aparentemente cristalina nem sempre é a melhor indicação. Além da boa aparência visual, a água precisa estar adequadamente sanitizada para garantir a saúde e bem-estar dos usuários. O uso intenso durante as estações mais quentes, ou mesmo a simples exposição às interferências do tempo, nas épocas mais frias, interferem diretamente na salubridade e na segurança.
“A sanitização da água é importante em qualquer época do ano. Uma piscina sem tratamento químico favorece a transmissão de doenças infecciosas como micose, conjuntivite, otite, febre tifóide, herpes, hepatite, entre outras. Além disso, propicia o aparecimento de larvas de insetos e se transforma em um criadouro do mosquito da dengue”, explica José Maria Campos, gerente de Marketing da hth.

De acordo com o executivo, o tratamento químico da piscina deve seguir critérios específicos. “Quando realizado de maneira adequada, elimina doenças e também facilita e barateia a manutenção da piscina, tanto em períodos de menor movimento quanto em épocas em que o uso é maior.”

O técnico da hth, Fábio Forlenza, estima que o custo mensal para o tratamento da piscina começa em R$ 60,00, variando de acordo com o produto utilizado e a regularidade do seu uso. O tratamento deve levar em conta três fatores: a remoção física de sujeiras, o bom funcionamento do filtro e o uso adequado de produtos químicos. “É isso que mantém a piscina mais saudável. A cloração, na medida certa, assegura que a água esteja totalmente sanitizada”, explica.


O uso do cloro

Existem diversos tipos de cloro no mercado: hipoclorito de sódio e de cálcio, cloro gás ou estabilizados. No entanto, seja qual for o produto escolhido, o que o usuário adicionará à água é o ácido hipocloroso, substância que, uma vez diluída, será capaz de gerar o que os especialistas chamam de “potencial de oxi-redução”.

Forlenza explica que a oxi-redução é o processo responsável pela eliminação dos microorganismos e pela oxidação da matéria orgânica presente na água, proveniente dos fluídos corpóreos dos atletas, banhistas e também das células de algas que caem sobre a piscina, trazidas pela poeira presente no ar e pelas chuvas. Além disso, a água é frequentemente contaminada por um grande número de insetos, folhas e outros materiais orgânicos.

O cloro é o produto mais utilizado para eliminar essas fontes de contágio. Em razão de suas características, disponibilidade, preço acessível e grau de confiança, estima-se que aproximadamente 95% das piscinas em todo mundo, principalmente as de grande porte, em academias e clubes, utilizem o produto como fonte de sanitização.

Mesmo nos tratamentos alternativos - ultra-violeta, ionização (cobre), ozonização (O3) e salinização (geração de cloro pelo sal) – é necessária uma dosagem mínima obrigatória de cloro na água. O índice de ppm (partes por milhão) do produto varia entre as legislações municipais, mas é obrigatório nas academias, clubes, piscinas residenciais e usuários em geral. “Esse fato é pouco informado aos consumidores, mas é o cloro que, efetivamente, eliminará qualquer possibilidade de contaminação por microorganismos”, conclui Fábio Forlenza.

Procedimentos básicos

Os técnicos da hth prepararam um roteiro para auxiliar os proprietários e usuários de piscinas a manter a qualidade da água sempre em dia.

Limpeza Física:

· Varrer ao redor da piscina

· Usar peneira para retirar materiais em suspensão na água

· Limpar as bordas da piscina usando esponja e produto apropriado

· Mesmo no inverno, quando a utilização da piscina diminui, em alguns casos até 100%, o tratamento não pode ser interrompido.

· Diariamente é recomendado uma limpeza de podas periódicas

Filtragem

· Certifique que todos os equipamentos da piscina como filtro, areia, bomba e tubulações estejam em bom estado e funcionando corretamente para que os produtos sanitizantes e balanceadores da química da água atuem corretamente

· Filtrar a água da piscina por no mínimo 6 horas, diariamente ou de acordo com a recomendação do fabricante

Tratamento Químico

· A água deve estar quimicamente equilibrada (alcalinidade e pH), parâmetros que devem ser verificados pelo menos a cada dois dias ou de acordo a utilização da piscina.

· Uma vez por semana, é recomendável o processo de elevação do teor de cloro para garantir a completa eliminação de microorganismos e algas mais resistentes que ainda possam estar no meio.

· Com medidores adequados, verificar os três parâmetros da água: alcalinidade, pH, e cloro livre

· A alcalinidade desajustada dificulta o equilíbrio do pH, podendo provocar danos a equipamentos, além de deixar a água turva. A faixa ideal é de 80 ppm a 120 ppm.

· O pH desajustado pode causar irritação na pele e nos olhos, cabelos ressecados, corrosão de equipamentos e redução na eficácia do cloro. A faixa ideal é entre 7,0 e 7,4.

· O cloro é o principal agente sanitizante e desinfetante da água, sendo seu uso obrigatório por Lei. O parâmetro ideal entre 1 ppm a 3 ppm de cloro livre.

PISCINAS - CUIDADOS GARANTEM DIVERSÃO LIMPA E SEGURA

Se não forem feitos com cuidado, o armazenamento e o manuseio inadequados dos produtos para tratamento da piscina têm o potencial de transformar momentos agradáveis em uma ameaça para a saúde e a segurança das pessoas. Por isso, algumas dicas são importantes, não só para os responsáveis pela limpeza e manutenção da qualidade da água, mas também para os banhistas e freqüentadores.

Para evitar acidentes, a primeira providência é não expor os produtos ao sol e intempéries, fazendo o armazenamento em local fechado, ventilado e sem umidade, a uma temperatura em torno de 25ºC. Mantê-los longe de alimentos e outros produtos químicos, bem como do acesso de crianças e animais domésticos também são atitudes fundamentais.

No momento do uso, é necessário seguir rigorosamente as indicações de segurança que constam do rótulo do produto. Muitas vezes, misturar duas fórmulas diferentes em um mesmo recipiente pode provocar fogo, emissão de gases ou mesmo explosões. “É importante que, além de seguir as recomendações do fabricante, o manuseio ocorra em ambiente aberto, com circulação do ar, nunca em locais fechados, como a casa de máquinas. A probabilidade de intoxicação é grande”, afirma o técnico da hth, Fábio Forlenza.

Após a aplicação, as embalagens devem ser guardadas imediatamente. Com o término do produto, ainda é aconselhável enxaguar e retirar todo o resíduo, antes de descartar a embalagem vazia.

Passo-a-passo na internet

O site da hth traz dicas e detalhes de como proceder para manter uma piscina limpa de forma correta e segura. No endereço www.hth.com.br, o internauta encontra, ainda, um programa que calcula a dosagem ideal de produtos, simula o tratamento e tira dúvidas sobre o assunto. A empresa ainda coloca à disposição do público o telefone 0800 0 112200. As ligações são gratuitas.
Até mais.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

"NOVA" VIRADA DO COSTAS PARA O PEITO!

Muitos professores têm me procurado perguntando sobre a "nova" virada no medley do costas para o peito, então aí vai um vídeo que ilustra bem o movimento, primeiro em velocidade normal, depois em slow motion.
Aproveitem, testem e ensinem!
Abraços

CRIATIVIDADE!

Já ouvi uma vez que é melhor contratar um cara preguiçoso, porque ele consegue fazer o que os outros fazem, em menos tempo, só para ficar sem fazer nada.

O vídeo abaixo é uma boa amostra disso, não tem nada a ver com natação, mas mostra que com criatividade e conhecimento, impulsionado por uma dose de preguiça, podemos fazer coisas incríveis.

video

terça-feira, 18 de novembro de 2008

CAMPEONATO BRASILEIRO INFANTIL DE VERÃO


Acabo de voltar do Campeonato Brasileiro Infantil de Verão e vi, com muita satisfação que a técnica de nado passou a ser uma coisa importante nesta categoria. Depois de anos vendo crianças nadando forte, porém com pouca preocupação técnica, neste campeonato vi muita evolução neste sentido.

Obviamente, com esta preocupação, os resultados aparecem e foi um dos campeonatos mais disputados e fortes dos últimos anos.

Só quem tem a ganhar com isso é a natação. Excelente!

101 DICAS PARA MELHORAR SUA AULA/TREINAMENTO (71 a 80)


71 - Estabeleca uma aberta e efetiva comunicacao com todos.

72 - Quando estiver em duvida, pense e repense sua atitude. Nao tenha medo de dizer: "Eu nao sei".

73 - Aplique acoes para minimizar os riscos. A funcao basica dos treinadores de natacao eh a seguranca e saude dos seus atletas.

74 - Encoraje seus atletas quando estiverem em lesoes ou em recuperacao de doencas. Todos precisam de um auxilio nesta hora.

75 - Esteja sempre com suas responsabilidades legais cumpridas.

76 - Treinadores eficientes sao responsaveis e efetivos.

77 - Auto-reflexao deve ser sempre sua constante companhia. Seja critico mas jamais auto-destrutivo.

78 - Reconheca a contribuicao dos outros. Todos podem se sentir apreciados quando escutados e colaborar com seu trabalho.

79 - Reconheca, divulgue e premie. Elogie em publico, critique em particular. 80 - Seja lider a frente do seu time, e suporte a base do seu grupo.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

101 DICAS PARA MELHORAR SUA AULA (61 a 70)


61 - Seja agradavel sem dar preferencia a nenhum dos seus alunos.

62 - Matenha as razoes do seu trabalho na sua mente, e os seus objetivos perto do seu coracao.

63 - Deseje, mantenha os sonhos vivos, todos os dias.

64 - O que faz um grande treinador? Grandes atletas!

65 - Seja firme e justo.

66 - Construa seu programa com equilibrio, diversao, excelencia, bom relacionamento e forca.

67 - Seja divertido, uma boa piada, sem sarcasmo mas que deixe o ambiente mais alegre.

68 - Apresente questoes e de respostas. Ensine a seus nadadores a descobrir as respostas por eles mesmo e aprender as licoes.

69 - Observe, pondere e responda. Seja um observador do comportamento humano.

70 - Divida experiencias com frequencia.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

SLOW MOTION!


Pessoal, esta semana, o blog trabalhará em ritmo mais lento. Estou em Curitiba no Campeonato Brasileiro Infantil de Verão, com a cabeça totalmente voltada para o campeonato e para a minha equipe, portanto, colocarei algumas postagens quando possíve, mas na próxima semana, voltarei ao ritmo normal.

Obrigado pela compreensão.

Abraços a todos.


MIXIRICA

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

INICIAÇÃO AO ESPORTE PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA VISUAL.


Historicamente, os precussores da iniciação esportiva dos cegos e deficientes visuais foram os profissionais dos institutos, entidades, escolas e associações que realizam atendimentos às pessoas com deficiência.

Porém, com ênfase atual na educação inclusiva (educação esta que praticamos e em que acreditamos), muitos alunos com deficiência visual e cegueira têm participado das aulas de educação física no ensino regular.

Com as modalidades esportivas não tem sido diferente, cada vez mais vemos as pessoas com deficiência participando de atividades esportivas em ambientes regulares. Desta forma, a pedagogia que apresentamos é aquela que propicia ao cego e ao deficiente visual inserir-se em aulas de natação regulares sem a necessidade de turmas específicas.

Para isso, acreditamos que pequenas modificações são necessárias. Uma fundamental é a mudança de atitude do professor em face do aluno com deficiência.

O professor não deve enxergar seu aluno com base em sua deficiência, mais sim nas suas potencialidades, que estão muito além da sua incapacidade de enxergar perfeitamente.

Outro passo importante é ouvir seus alunos. São eles que necessariamente vivem o problema e, muitas vezes, também são eles que dão soluções para nossas dúvidas e dificuldades. Caso isto não seja possível, lembre-se de procurar apoio no ensino especializado e na família da pessoa com deficiência.

A natação, independentemente de ser praticada em um ambiente segregado ou regular, traz ao deficiente visual a possibilidade de:

1 - aproveitar melhor o tempo livre de forma sadia e divertida, evitando o sedentarismo;

2 - ampliar as relações interpessoais por meio de atividades em grupos;

3 - melhorar a condição física geral;

4 - melhorar a coordenação e orientação espacial;

5 - superação pessoal e melhora da auto-estima;

6 - evitar e prevenir doenças secundárias.

O enfoque, quanto à metodologia e pedagogia de ensino a serem utilizadas, dependerá dos objetivos que se pretende atingir e da idade do aluno, pois partimos do pressuposto de que os objetivos gerais da natação podem ser muito diversos, tais como:

reabilitador;

utilitário;

educativo;

recreativo;

social;

competitivo.

Antes de iniciar um trabalho de natação com alunos com cegueira e deficiência visual, o professor deve obter respostas para algumas questões básicas, além de realizar também uma avaliação para determinar o nível atual de desempenho do aluno.

O que o aluno consegue enxergar? Quando (com que idade) ocorreu a perda da visão? Durante que período ela evoluiu? Continua evoluindo? Qual é a patologia? Como eu posso estimular e utilizar o resíduo visual? Existe alguma atividade física contra-indicada? Já praticou a modalidade? Pratica ou praticou alguma outra atividade física? Qual o objetivo que o aluno busca atingir com a prática da natação?

Outra etapa muito importante do processo de iniciação está ligada ao uso correto dos materiais e instalações a serem utilizadas. Antes, contudo, de descrever tais características, devem-se considerar dois fatores:

Quando um cego ou deficiente visual choca-se ou cai, estabelece-se uma relação de medo e insegurança para com o ambiente e para com o professor. Grande parte da informação que o cego recebe chega a ele pelo canal auditivo e tátil – cinestésico.

Para que se faça um bom uso dos principais canais de informação e que se previnam possíveis acidentes, tanto alunos quanto professores devem estar familiarizados com as técnicas de orientação e mobilidade, dentre elas, as técnicas de locomoção com guia vidente e de autoproteção. Estas dicas podem ser vistas nos links abaixo:




Até mais.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

VARREDURA PARA FORA E PARA BAIXO

Numa postagem anterior enumerei as quatro varreduras existentes na natação, segundo Maglisho. Agora explicarei cada uma delas.
Em primeiro lugar está a varredura para fora - que é o movimento submerso inicial nos nados peito e borboleta. Apesar de não ser um movimento propulsivo, tem vital importância para posicionalr as mãos no lugar certo para inicar a varredura para dentro, onde sim, existirá a propulsão nos nados.
Esta varredura está ilustrada na figura acima.



Os nadadores dos nados crawl e costas usam uma varredura para baixo com o objetivo de iniciar suas braçadas submersas. A figura acima ilustra este momento nos dois nados. Este também é um movimento não-propulsivo.

Até mais.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

10000 EXIBIÇÕES DE PÁGINA!


Sou da opinião que sempre temos que comemorar as pequenas coisas que fazemos certo ou que nos dão alguma alegria, então temos mais uma marca para comemorar! Hoje o blog atingiu 10 000 exibições de página!

Isto dá uma média de 2000 exibições por mês. Obrigado a todos que continuam acessando o blog e bem-vindo aos novos amigos, pois o blog cresce a cada dia.

Mandem sugestões, críticas ou qualquer coisa que possa fazer o blog melhorar cada vez mais.

Um grande abraço a todos!


Mixirica

EDUCATIVOS PARA NADO DE PEITO

Esta postagem foi escrita no blog do Paineiras Natação pelo Prof. Wladmilson Ramos Veiga.
São dois bons vídeos de educativos para o nado peito utilizando snorkel e palmar e o que chamamos aqui no clube de "braçada bigode".

O nado de Peito necessita de uma ótima coordenação entre braços e pernas para ter uma boa fluência no nado. Muitas vezes o atleta não consegue isto, pois utiliza somente sua braçada para elevar sua cabeça para respirar. O Snorkel pode ser utilizado para corrigir detalhes da braçada e também do ritmo de nado. Abaixo um vídeo de uma sequência de palmateio e a famosa "braçada bigode".



Abaixo mais um vídeo ainda com Snorkel, agora também com palmar, para educativos de braçada e respiração. Note que o educativo tenta firmar a posição baixa da cabeça e muito próxima do nível da água. Outro detalhe é que sempre devemos começar a braçada e durante o movimento para dentro é que nossa cabeça sai da água para respirarmos. Tudo isto sempre mantendo o corpo o mais alinhado possível com o nível da água.




Para acessar o blog do Paineiras Natação, clique aqui

terça-feira, 4 de novembro de 2008

101 DICAS PARA MELHORAR SUAS AULAS (51 A 60)


51 - Procure ajudar cada atleta a buscar seu objetivo, sem se importar qual o nível do mesmo. Nem todos irão ser campeões mundiais.

52 - Seja inovativo. Criativo e tente trazer sempre novidades para o seu trabalho.

53 - Tente não se estressar demais. (overcoaching) Você talvez não precise falar o tempo todo.

54 - Nunca perca confiança em você mesmo. Você pode fazer isso.

55 - De força a seus atletas para tentarem ajudar na direção de seu programa. 56 - Mantenha boa aparência, procure parecer profissional.

57 - Tecnologia é seu aliado jamais o seu inimigo. Use isso para melhorar o seu programa.

58 - Quando parecer que está ficando difícil, o trabalho deve ser continuado. A preparação psicologórica será a chave para o sucesso competitivo.

59 - Faça a sua rotina como se fosse um filme: faça, grave, analize, modifique e aja. Em ingles dizemos D.R.A.M.A. (do, record, analyse, modify, act)

60 - Enfrente os problemas diretamente com seus atletas, nao deixe nada virar fofoca e seguir adiante.


Até mais.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

EQUIPAMENTOS?


Às vezes eu acho que professores de Educação Física são meio malucos, no bom sentido claro, e a prova está neste artigo publicado no site do Paineiras Natação. Vale a pena ler o artigo para ver como somos inventivos, quando queremos.

Para acessar o artigo, clique aqui

BATERÍA DE EJERCICIOS TÉCNICA DE MARIPOSA


Colaboração Prof. Frank Almora Diaz.

Agora vamos aos exercícios para o nado borboleta.



1.-Mariposa con un brazo cambiando cada tres.
2.- Maricrolbi doble, triple (2 con un brazo, 2 con el otro, 2 con los dos).
3.- Mariposa 3/1 (braza/mariposa) todo con patada mariposa.
4.- Agarre pies mariposa.
5.- Mariposa “BIONDI” recobro subacuático.
6.- Mariposa entrada puños cerrados.
7.- Mariposa desde brazos en el cuerpo.
8.- Mariposa respiración lateral.
9.- Mariposa recobro subacuático sin pies.
10.- Mariposa con palmada (luego entrada buena).
11.- Braza patada mariposa.
12.- Crol patada mariposa.
13.- Espalda patada mariposa.
14- Mariposa por debajo del agua.
15.- Mariposa con pullboy.
16.- Mariposa completa vertical.
17.- Mariposa coordinación cabeza/ brazos.
18.- Mariposa coordinación patadas/brazos.
19.- Mariposa sin respirar.
20.- Mariposa + 4 patadas con cuerpo estirado.
21.- Mariposa con un brazo.
22.- Pies mariposa coordinando respiración/patadas.
23.- Mariposa con 4 patadas (ciclo + 2 patadas cuerpo estirado).
24.- Mariposa pajaritos.
25.- Mariposa para atrás.
Até mais.