quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

FÉRIAS!


Bem, amigos.

O ano se encerra, as férias chegaram e o blog também vai embarcar nessa, porque ninguém é de ferro, principalmente nós que vivemos na água (graças a Deus!).

O Blog Tecnica de Nado iniciou suas atividades no dia 03 de junho e, desde então foram:

183 postagens

4429 visitantes

12131 exibições de página

4min21seg de tempo medio no blog

23 países visitaram o blog

164 cidades no Brasil pesquisaram ou se divertiram nestas páginas.



Quero agradecer a todos vocês por este ano, dizer que o blog entrará em férias hoje, mas retornará no dia 20 DE JANEIRO.



Que todos tenham gostado do ano que está terminando, ou pelo menos da maior parte dele e que 2009 reserve a todos nós boas surpresas, momentos de muita alegria e satisfação profissional e, que todos nós tenhamos e reconhecimento que merecemos, pelo que produzimos e pelos cidadãos e cidadãs que procuramos formar.

Um grande abraço a todos!



FELIZ 2009!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

SUPERAÇÃO ACIMA DE TUDO

Redacao www.bestswimming.com.br
Publicado em 09/06/2007
Fonte: Dailymotion

Um desempenho impressionante na natação paraolímpica. Um nadador sem braços vence uma prova com uma pernada de borboleta incrível. Vale a pena ver e aprender a superar os desafios apesar de qualquer dificuldade.


quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

A TÉCNICA DO HOMEM 47

Redacao www.bestswimming.com.br
Fonte: Youtube.com

Stefan Nystrand ganhou espaço em tudo que foi roda de natação. Todo mundo quer saber quem é o 2o homem do planeta a nadar os 100 livre abaixo da barreira dos 48 segundos. Já começaram a surgir comentários dos seus treinamentos e o programa. A Best Swimming foi atrás e já encontrou um vídeo que mostra a técnica do nadador sueco em filmagem subaquática.



Até mais.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

A TÉCNICA DE EAMON SULLIVAN

Confira em slow motion o detalhe da técnica da braçada de um dos maiores velocistas da atualidade,Eamon Sullivan, da Austrália.
E ainda tem gente que fala que nadar com braço reto não é veloz!



Até mais.

101 DICAS PARA MELHORAR SUA AULA OU TREINAMENTO (91 A 101)


91 - Saiba dizer nao.

92 - Demonstre, explica, demonstre outra vez, pratica e de bons comentarios de contribuicao para a correeta execucao.

93 - Concentre-se no resultado e evolucao de agora, nao no que vira.

94 - Faca seus objetivos imediatos virarem realidade predominando sobre os futuros objetivos. A diferenca eh de "como conseguir" sobre "o que conseguir".

95 - A motivacao ajuda aos atletas seguirem na busca de seus objetivos.

96 - Treine os seus atletas ensinando a diferenca entre o que eh possivel e impossivel, mas jamais parar de sonhar em busca do que eh possivel.

97 - Compre uma camera de video para filmar seus treinamentos e competicoes.

98 - Seja paciente e amistoso com arbitros em competicoes e ensine isso a seus atletas.

99 - Para treinar bem voce vai precisar saber as regras e regulamentos, alem de interpreta-las e aplica-las.

100 - O treinador tem a grande oportunidade de estar sempre em um grande ciclo social. Voce nunca vai estar sozinho, aproveite isso.

101 - O programa do ano passado produziu resultados para o ano passado. Resista a tentacao de fazer do seu trabalho uma rotina e habito.


Fim.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

AS MAIORES DISPUTAS EM REVEZAMENTOS DA HISTÓRIA!

Um pouco de história.
Daniel Takata GomesPublicado em 21/04/2008

Em Jogos Olímpicos, invariavelmente as provas de revezamento se configuram entre as mais emocionantes das disputas. A prova em equipe, o nacionalismo, tudo contribui para a superação dos nadadores, que não raro nadam melhor em revezamentos do que nas provas individuais. Por isso, na coluna de hoje apresentaremos quatro dos mais empolgantes revezamentos de todos os tempos, que entraram para a história pelas acirradas disputas e principalmente pela surpresa dos resultados finais.

MONTREAL/1976 - 4X100M LIVRE FEMININO

A Olimpíada de Montreal representou a aparição para o mundo das nadadoras alemãs orientais. Lideradas por Kornelia Ender, até a última prova elas haviam vencido 11 dos 12 ouros em disputa. As americanas, por outro lado, que até então haviam se acostumado a dominar as piscinas olímpicas, não haviam ganho nenhuma prova. E o cenário para a última prova feminina do programa, o 4x100m livre feminino, não poderia ser diferente: favoritismo absoluto para a Alemanha Oriental, que tinha Kornelia Ender como a campeã e recordista da prova individual, a maior estrela daqueles Jogos, além da medalha de prata, Petra Priemer. O máximo que as americanas haviam conseguido nos 100m livre foi um quarto lugar com Kim Peyton.

E foi contra Peyton que Ender abriu o revezamento, já livrando uma vantagem de 1.16s. Priemer caiu para abrir mais vantagem, mas as coisas não saíram exatamente como planejado. Wendy Boglioli, a única da equipe americana que não havia nadado a prova individual, fez 55.81 e diminuiu a desvantagem para 0.35s. Jill Sterkel, cujo melhor tempo nos 100m livre era 57.06, fez ainda melhor com 55.78 (a melhor parcial entre as finalistas), ultrapassou Andrea Pollak e conseguiu uma liderança de 0.40s. Shirley Babashoff, fechando contra Claudia Hempel, manteve a liderança e conseguiu uma vitória surpreendente. Novo recorde mundial com 3:44.82 (abaixando quase quatro segundos a marca anterior), único ouro feminino da natação americana daqueles Jogos. Não sem razão, a vitória mais comemorada e a maior surpresa da competição. "Deixamos o melhor para o final", disse Wendy Boglioli.

LOS ANGELES/1984 - 4X200M LIVRE MASCULINO

Uma grande batalha entre Alemanha e Estados Unidos em revezamento seria vista novamente nas Olimpíadas de Los Angeles/1984. Desta vez, entre os homens, e como os alemães ocidentais, que contavam com o formidável Michael Gross, o "Albatroz", o maior nadador do mundo da época. Gross já contava com duas medalhas de ouro e dois recordes mundiais quando foi disputar o 4x200m livre.

A Alemanha Ocidental detinha o recorde mundial da prova, mas a equipe americana superou a marca já nas eliminatórias. A presença de Gross no time alemão levou os técnicos americanos a mudarem a estratégia da prova na final. Ao invés de colocarem Mike Heath, seu melhor nadador, para fechar contra o Albatroz, resolveram deslocar Heath para abrir a prova, com o intuito de abrir a maior vantagem possível e tentar segurar a liderança quando Gross caísse na água. Quando Bruce Hayes, o último nadador dos Estados Unidos, entrasse na piscina, a expectativa era que ele estivesse 3 segundos à frente de Gross.

No entanto, a vantagem sonhada não se materializou. Hayes tinha uma vantagem de apenas um segundo e meio quando caiu na piscina. Tanto que, em apenas 50 metros, foi alcançado por Gross, e foi ultrapassado após 100 metros. Para Hayes, o confronto com Gross agora era realidade. Semanas antes, ele havia sonhado com a batalha. “Nos meus sonhos, eu o via me passando. Eu estava próximo da chegada e ele, com o bração, me vencia. Portanto, nem nos meus sonhos eu o vencia”. Aos 150 metros, Gross tinha uma vantagem clara. Mas o impossível aconteceu: Hayes diminuiu a distância e, na última braçada, venceu o alemão por apenas 4 centésimos, para delírio do público presente. Foi com certeza a prova mais emocionante daqueles Jogos. Gross nadou aqueles 200 metros em 1:46.89, a parcial mais rápida da história de revezamentos até então. E na coletiva de imprensa resolveu louvar os adversários ao invés de encontrar desculpas para a derrota. "Foi realmente uma grande prova. Foi uma derrota honrável".

SYDNEY/2000 - 4X100M LIVRE MASCULINO

O polêmico e irreverente nadador americano Gary Hall Jr havia declarado, antes dos Jogos Olímpicos de Sydney/2000, “we’ll smash them like guitars”, em uma provocação aos australianos, que ameaçavam o domínio dos Estados Unidos na natação.

Foi o suficiente para apimentar ainda mais as disputas, e o ápice da emoção aconteceu no revezamento 4x100m livre masculino, logo na primeira noite de finais, com o próprio Hall sendo um dos protagonistas. Quatro anos antes, ele havia sido o maior responsável pela vitória da prova de sua equipe em Atlanta. Novamente, ele seria a principal arma americana, favorita ao ouro e nunca derrotada antes na história olímpica da prova.

Michael Klim abriu contra Anthony Ervin quebrando o recorde mundial dos 100m livre com 48.18. Seguiram Chris Fydler e Ashley Callus para a Austrália e Neil Walker e Jason Lezak para os Estados Unidos. A liderança mudou de mãos quatro vezes até que Hall, com uma pequena desvantagem, caiu para decidir contra Ian Thorpe. Após 50 metros, Hall já tinha uma boa vantagem de 6 décimos de segundo. Mas Thorpe, empurrado pela torcida, fez o que parecia impossível. Emparelhou com Hall faltando cinco metros e ganhou na batida de mão com novo recorde mundial: 3:13.67 x 3:13.86.

O mundo viu embasbacado dois recordes mundiais na mesma prova e o fim da invencibilidade americana. De quebra, a prova teve um gostinho a mais para os brasileiros, pois, em uma chegada emocionante, Edvaldo Valério ultrapassou nadadores das equipes sueca e alemã para dar um suado e merecido bronze ao Brasil.

Após a prova, os australianos fingiram tocar uma guitarra imaginária, em homenagem à vitória e a Gary Hall Jr. "Tiro minha touca para o grande Ian Thorpe", reconheceu Hall após a prova. Ao longo da competição, os principais nadadores australianos sofreram derrotas inesperadas e os Estados Unidos reafirmaram sua posição como principal potência aquática do mundo. Mas, naquela noite, não houve guitarras australianas destroçadas.

ATENAS/2004 - 4X200M LIVRE MASCULINO

A Austrália chegou a Atenas/2004 com uma invencibilidade de sete anos no 4x200m livre masculino e com o recorde mundial desde 1998. A distância para o resto do mundo parecia interminável, ainda mais considerando os nomes que passavam pelo revezamento: Ian Thorpe, Michael Klim, Grant Hackett, Matt Dunn, Daniel Kowalski... Mas no Mundial de Barcelona/2003 os americanos mandaram um aviso de que aquela hegemonia poderia estar chegando ao fim.

Os Estados Unidos contavam com Michael Phelps, maior estrela dos Jogos. Mas os australianos, com o campeão olímpico e recordista mundial da prova individual, Ian Thorpe, mais o ex-recordista Grant Hackett e o ex-campeão mundial Michael Klim, eram os favoritos.

Phelps abriu na frente contra Hackett e ambos pioraram bem o tempo da prova individual. Klim encostou em Ryan Lochte, mas morreu no fim e entregou um corpo atrás para Nicholas Sprenger. Peter Vanderkaay manteve a liderança para os EUA, enquanto Sprenger ficava cada vez mais, brigando para manter o segundo lugar com a Itália. Então caiu na piscina Klete Keller, com uma considerável vantagem de um corpo e meio sobre o recordista mundial Ian Thorpe. Mas Thorpe alcançou Keller em 50 metros e começou a administrar. Só que ele não contava que Keller também tinha uma carta na manga. Virando juntos para o final, a piscina viu muita raça. Melhor para Keller, derrotando o Thorpedo por 13 centésimos! "Foi a prova mais emocionante que já participei. Estou sem palavras", declarou Michael Phelps. A prova lembrou muito o duelo Michael Gross contra Bruce Hayes, nos Jogos de 1984.

A vitória americana foi uma vingança contra a derrota no 4x100m livre em Sydney/2000. Desta vez, foram os Estados Unidos que derrotaram a Austrália em sua prova de estimação. E para deixar a vingança mais completa, a equipe da Austrália contava com Michael Klim e Ian Thorpe, os dois principais protagonistas da vitória histórica do 4x100m livre quatro anos antes.

Daniel Takata Gomes, 26, é mestre em estatística pela UNICAMP, nadador nas horas vagas, começou a colecionar fatos e fotos sobre a história do esporte com a Biblioteca do Escoteiro Mirim após as Olimpíadas de Barcelona/1992 e não parou mais.
Até mais

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008


Já que falamos sobre esporte, que no fundo tem a ver com qualidade de vida, achei interessante colocar este artigo que recebi da Prof. Ines Corbetta (técnica do Mirim e Master do Clube Paineiras do Morumby). Muito interessante.

NÃO CUSTA NADA OBSERVAR E SEGUIR ESTAS CONCLUSÕES CIENTIFICAS.SAUDE, PAZ E FELICIDADES.

As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente umcompêndio com 20 conselhos saudáveispara melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual

1- um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro erepor a vitamina C.

2- salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis osníveis de açúcar no sangue). 3- trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro quetem o pão branco.

4- mastigar os vegetais por mais tempo. Isto aumenta a quantidade dequímicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar liberasinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeitopreventivo têm.

5- adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que iaingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz orisco de diabetes e ataques de coração.

6- o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.

7- fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedadede vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas evegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas eminerais.

8- comer pizza. Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, umantioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimentodos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomatesestão em molhos para massas ou para pizza.

9- limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovaspodem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, érecomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana(aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças quando devemser mantidas separadas de outras escovas.

10- realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam suamemória... Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas,aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorizeparágrafos.

11- usar fio dental e não mastigar chicletes. Acreditem ou não, umapesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têmmais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois tem os vasossanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológicaporque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo.

12- rir. Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequenoexercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos decorrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e osanticorpos.

13- não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, semprefrescos, devem ser cortados e descascados na hora em que foremconsumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer.

14- ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo daFaculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que nãomantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com amãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas emidade temporã.

15- desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveisde antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária destainfusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelensestambém concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataquesao coração.

16- ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animaisdomésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente,dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem vocêsentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Oscães são os melhores, mas até um peixinho dourados pode causar um bomresultado.

17- colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche. Uma porção detomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundocientistas da Harvard Medical School.

18- reorganizar a geladeira. As verduras em qualquer lugar de suageladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial doequipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todovegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquelacaixa bem embaixo. 19- comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes desésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comernozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.

20- e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida: - comer chocolate. Duas barras por semana estendem um ano a vida. Oamargo é fonte de ferro, magnésio e potássio. - pensar positivamente. Pessoas otimistas podem viver até 12 anosmais que os pessimistas, que ademais pegam gripes e resfriados maisfacilmente. - ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigostêm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têmcontato com a família. - conhecer a si mesmo. Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizamo 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo. Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:' 'Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável'!

Até mais.

sábado, 29 de novembro de 2008

OS DEZ MOMENTOS OLIMPICOS INESQUECÍVEIS



Resumo da matéria da Swimming World Magazine edição de agosto de 2008 destacando dez dos mais empolgantes e históricos resultados olímpicos da história.





1) JANET EVANS (USA) vencendo os 400 livre em 1988
Foi uma verdadeira batalha entre americanos e alemães. Um recorde que se manteve por quase 18 anos com os 4:03:85 de Janet Evans. Evans teve uma batalha forte contra duas gigantes alemãs Heike Friedrich e Anke Mohring forçando a quebra do recorde anterior que já era dela por um segundo.
Janet Evans não se intimidou e partiu desde o início na frente passando os primeiros 100 metros com 59:99. As alemãs se aproximaram na altura dos 200 metros, mas Evans nunca perdeu a liderança. O recorde mundial atual desta prova de Federica Pellegrini é dois segundos mais forte que a marca de Janet Evans, porém os primeiros 100 metros ainda é um segundo mais lento que a impressionante passagem da americana há 20 anos.

2) MISTY HYMAN (USA) vencendo os 200 borboleta em 2000
Os australianos tinham Ian Thorpe nos 400 livre e Susan O’Neil nos 200 borboleta. Eram seus maiores favoritos para a disputa dos Jogos de Sydney. Jamais ninguém teria a ousadia de desafiá-los ou sonhar em derrotá-los.
Misty Hyman pensava diferente. Com seu nado usando e abusando do nado submerso, Hyman largou na frente e se manteve na frente. Ela já estava conhecida por passar na frente e morrer no final, porém na altura dos 150 metros ainda se mantinha forte e decidida a vencer. Susan O’Neil não escorregou na saída, não bebeu água, não errou na virada, sua prova foi perfeita, mas Misty Hyman foi fora de série.
Ao vencer a prova, Hyman quebrou o recorde olímpico dos 200 borboleta além de um recorde histórico, o recorde americano de Mary Meagher que já durava 10 anos.

3) REVEZAMENTO AMERICANO vencendo o 4 x 100 livre feminino em 1976
O International Swimming Hall of Fame elegeu como o revezamento do século. Todo mundo esperava pela vitória da Alemanha Oriental na piscina de Montreal em 1976. Afinal, eram 11 vitórias nas 12 provas femininas até então realizadas.
Coach Jack Nelson e suas meninas Kim Peyton, Wendy Boglioli, Jill Sterkel e Shirley Babashoff fizeram o mundo acreditar em milagres. O revezamento americano abriu junto mas desafiou as imensas alemãs com determinação e garra. Venceram as americanas que além de campeãs olímpicas e recordistas mundiais também eram limpas.

4) FELIPE MUÑOZ (México) vence os 200 peito em 1968
Um feito histórico para um país que jamais havia nem subido ao pódium nas provas de natação olímpica. Naqueles Jogos, o México ainda venceu duas medalhas de ouro no boxe, porém nenhuma delas teve o apoio popular e a verdadeira loucura que se instalou com a performance de Muñoz. Aclimatado com os efeitos da altitude, o jovem Felipe Muñoz soube atacar no final da prova passando um a um os seus adversários apoiado intensamente pela grande torcida nas arquibancadas. No final da prova, ele foi carregado nos ombros da multidão.

5) O primeiro revezamento 4 x 200 livre feminino em 1996
Não faz muito tempo mulheres ainda eram tratadas com diferença na natação olímpica. Elas não puderam competir oficialmente até a 5ª edição dos Jogos Olímpicos em 1912 e foram obrigadas por anos a utilizarem imensas saias para cobrir os seus corpos para nadar.
A história recente vem mudando isso aos poucos. Até hoje, os 1500 livre ainda são para os homens, mas elas vão ter o mesmo direito de disputar os 10 quilômetros das águas abertas estreando em Beijing. Também foi assim em 1988 na primeira vez que os 50 livre foi realizado nas Olimpíadas onde homens e mulheres nadaram a prova.
Assim, depois de 88 anos que os homens tiveram a chance de nadar o revezamento 4 x 200 livre (1908) as mulheres tiveram a mesma chance nos Jogos de 1996 em Atlanta.
Na primeira edição, as alemãs sairam na frente com mais de um corpo imposto pela então recordista mundial Franziska van Almick. As americanas com Trina Jackson, Cristina Teuscher, Sheila Taormina e Jenny Thompson foram atrás e venceram a prova. Com a vitória, Jenny Thompson se sagrou a primeira mulher olímpica a vencer três provas de revezamento coisa que ela voltou a repetir em 2000 e coisa que os homens Mark Spitz em 1972 e Jim Montgomery em 1976 também alcançaram. Todos americanos.

6) MARK SPITZ (USA) e SHANE GOULD (Austrália) roubam o show em 1972
Enquanto Mark Spitz vencia sete medalhas de ouro com cinco novos recordes mundiais, Shane Gould também fazia história ganhando medalhas em todas as provas de crawl da competição olímpica. Feito inédito até hoje. Além das vitórias nos 200 e 400 livre com recordes mundiais, Gould ainda foi bronze nos 100 e prata nos 800 livre, além de mais uma vitória nos 200 medley também com recorde mundial.

7) MICHAEL PHELPS (USA) deu a IAN CROCKER (USA) a vaga no revezamento de 2004
Ian Crocker não estava bem em Atenas. Pegou uma virose e complicou bastante o revezamento americano do 4 x 100 livre abrindo muito mal. Depois não passou das eliminatórias nos 100 livre e mesmo nadando melhor nos 100 borboleta não fez o suficiente para bater Michael Phelps.
Phelps já havia falhado no intento de quebrar ou igualar as sete medalhas de ouro de Mark Spitz com o bronze do 4 x 100 livre e o bronze dos 200 livre. Assim, decidiu dar a vaga da final do revezamento 4 x 100 medley a seu companheiro, mesmo tendo este direito como vencedor da prova. Ian Crocker tomou responsabilidade pela chance que Phelps lhe deu fazendo o mais rápido parcial da história da prova.

8) PABLO MORALES (USA) vence os 100 borboleta em 1992
Pablo Morales foi um dos mais fantásticos nadadores americanos de todos os tempos. Porém ele nunca havia mostrado tudo isso em Jogos Olímpicos. Em 1984 foi prata atrás de Michael Gross mesmo já sendo o recordista mundial. Em 1988, ele nem a seleção americana conseguiu ao terminar em 3º no Olympic Trials.
A chance estava para 1992 em Barcelona onde já com 27 anos numa época onde não se nadava tanto tempo e sobrecarregado pelos anos de faculdade de direito. Mesmo assim, impulsionado pela mãe Blanca, Pablo Morales se sagrou campeão por apenas três centésimos de segundo sobre o polonês Rafal Szukala.

9) A passagem de Eric Moussambani (Guiné Equatorial)
A prova das eliminatórias dos 100 livre foi cômica. Eric Moussambani ganhou o mundo da mídia onde nomes consagrados como Ian Thorpe e Pieter van den Hoogenband tiveram que fazer muito mais do que ele. Balizado na primeira série dos 100 livre, foi beneficiado pela desclassificação dos outros dois concorrentes na saída falsa. Moussambani nadou só e ganhou o apoio de todo público presente no complexo em Sydney. Passou o sprimeiros 50 metros em pouco mais de 40 segundos e terminou a prova com 1:52:72, o pior tempo da história dos 100 livre nos Jogos Olímpicos. O fato gerou a imposição de índices para os futuros Jogos e o controle na inscrição de atletas de determinados países.

10) DAWN FRASER (Austrália) vence três vezes os 100 livre em 1956, 1960 e 1964
A australiana Dawn Fraser já tinha 27 anos quando tentou e conseguiu vencer os 100 livre em 1964 em Tóquio. Sua vitória ainda foi marcada pela marca de 59:99, a primeira mulher a quebrar a barreira do minuto na natação mundial.
A húngara Krisztina Egerszegi também se juntou a Dawn Fraser vencendo os 200 costas nos Jogos de 1988, 1992 e 1996.
Dois homens tentaram e não conseguiram: Alex Popov e Kieren Perkins. Em Beijing, Pieter van den Hoogenband nos 100 livre e Grant Hackett nos 1500 livre serão as esperanças de poderem adicionar seus nomes nesta lista.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

POSITIVE COACHING

Excelente matéria do Coach Alex Pussieldi (só prá variar!) sobre psicologia nos treinamentos, mas que pode e deve certamente ser utilizadas nas aulas e NA VIDA!


POSITIVE COACHING
Best Swimming
Jack Nelson a frente da sua comissão técnica em 2003
Alex PussieldiPublicado em 07/11/2006



Eu profissionalmente me sinto um grande afortunado pelo fato de um dia ter trabalhado com o treinador norte-americano Jack Nelson. Jack Nelson, um dos mais famosos treinadores de natação do mundo me ensinou muito mais do que natação. Seu espírito, sua energia, sua atitude é algo que realmente marcou o período que trabalhei com ele e procuro ao máximo levar isso comigo para sempre.
Falo especificamente pela disposição e energia positiva que Jack Nelson sempre trouxe para a borda da piscina e como isso interagia na relação com os nadadores. Não é difícil ver como ele conseguiu ter tanto sucesso como técnico, com mais de 60 nadadores olímpicos e outras tantas conquistas como medalhas olímpicas e recordes mundiais.
Mas não foi nada de aeróbico ou anaeróbico, ou segredos e mágicas para dar treino, ou até mesmo séries secretas para super resultados. O grande ensinamento que Jack Nelson me deu e a muitos outros treinadores e atletas que tiveram a oportunidade de estarem a seu redor, foi de tentar fazer uma vida melhor. Jack Nelson é um exemplo de vida e de energia que faz pequenas coisas se tornarem super importantes e expressivas. Coisas que nem pensamos, nem prestamos a atenção mas que no final das contas fazem muita diferença. Lembro que a cada dia me espantava ver aquele baixinho de 1,65 cm de altura (se é que ele tem tudo isso) dar "Bom Dia" as 4 e 30 da manhã num sorriso quase que impossível de ser retribuído por maior que fosse o seu sono ou o mau humor normal das manhãs. Lembro também que toda vez que íamos a um restaurante, Coach Nelson fazia questão de saber o nome do garçom, tratá-lo bem e sempre deixar uma gorda gorjeta. Ele nunca perdia a oportunidade de abrir uma porta, carregar sacolas para senhoras ou acariciar uma pequena criança que mal ele conhecia. Vi que o segredo de Coach Nelson não era fazer grandes atletas, mas tentar fazer esta vida melhor.
A relação treinador-atleta deve ser recheada de mensagens e energia positiva pois os resultados sempre serão mais expressivos. Foi aí que descobri o sucesso de Coach Nelson. Suas críticas sempre eram positivas, por maior que fosse a bronca, ele sempre tinha algo para acrescentar. Sua preocupação ia sempre além de um simples resultado ou competição.
E é assim que tem de ser. Nós treinadores, somos formadores de opinião, contribuidores na formação de caráter, e responsáveis por futuros cidadãos. É nossa responsabilidade adicionar elementos positivos e dar direções a estes jovens.
Não pense que isso não é importante e que não faz diferença, apenas veja o exemplo de Coach Nelson e verá o quanto foi grande o seu sucesso. Hoje, curtindo sua aposentadoria, sua casa vive cheia pela visita dos ex-atletas, ex-campeões de ontem, e hoje homens e mulheres, realizados e felizes que agradecem pela oportunidade de um dia ter trabalhado com esta figura.
A filosofia de Jack Nelson sempre foi essa. O lema do seu antigo Fort Lauderdale Swim Team, hoje fechado, era "O acesso para o sucesso é através da mente". Sempre foi, sempre será.
A crítica é uma necessidade no nosso trabalho. Mas deve ser sempre visando o objetivando a melhora e o crescimento. Vi uma nota em uma clínica da ASCA que dizia: "Crítica é como chuva, deve ser suave o suficiente para fazer a grama crescer mas jamais ser forte a ponto de destruir suas raízes".
Com base neste tipo de filosofia tenho trabalhado quase que toda minha carreira como treinador. Nem sempre é possível, todos somos humanos e tem horas que não dá para controlar a raiva, o ódio, nossas emoções. Mas de uma forma geral é algo que faz parte de minha filosofia de trabalho e acho que acrescenta muito na formação de atletas e principalmente cidadãos.
A partir de amanhã, você, treinador, vai ser um melhor profissional e vai fazer sua vida ainda melhor. Não custa nada tentar.
Para visitar o site clique aqui

101 DICAS PARA MELHORAR SUA AULA/TREINO (81 a 90)


81 - O treinador deve ser o criador das experiencias positivas.

82 - Adequado previo planejamento evitara maus resultados.

83 - Elogios e comentarios positivos sao grandes ferramentas do treinador.

84 - Pense a respeito do que voce vai dizer antes de dizer. Entao preste a atencao na reacao de suas palavras antes de dizer qualquer coisa a mais.

85 - Linguaguem corporal pode falar muita coisa. Muitas vezes nao é somente o que voce diz, mas como voce fala.

86 - Um sinal positivo com a cabeca é tao bom como um piscar de olhos.

87 - Treinamento é uma rua de duas maos. Os atletas sentem mas nao podem ver, os treinadores vêem mas nao podem sentir.

88 - Tente descobrir os problemas e situacoes pessoais de seus atletas. Eles sao pessoas e pelo fato de escolherem este esporte, nao quer dizer que sejam apenas esportistas, eles sao pessoas. 89 - Trabalhe a parte psicologica de seu grupo. Tecnicas mentais podem ajudar a desenvolver as tecnicas fisicas.

90 - Atletas escutam o treinador quando o treinador escuta eles tambem.



quinta-feira, 27 de novembro de 2008

DIVERSÃO

Vocês já devem ter visto, mas é sensacional. A chegada do Phelps nos 100 borboleta na Olimpíada e a reação de Cavic (sátira). Demais!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A SAÚDE DO PROFESSOR DE NATAÇÃO

Nós professores de natação pensamos em organizar nossos alunos, planejar nossas aulas e treinamentos, dar lição de moral e falar como é importante a busca da saúde, mas muitas vezes esquecemos do mais importante - cuidar de nós mesmos.

Este artigo, escrito pelo Prof. Bona no Blog Dentro D´água, nos lembra de muitas coisas que costumamos esquecer. Vale a pena ler e colocar em prática.




Um detalhe importante mas freqüentemente negligenciado pelos meus colegas mais jovens é o fato que todo profissional de Educação Física que trabalha com Natação precisa desenvolver hábitos cuidadosos para com a sua saúde.

Basta observar o micro ambiente de uma piscina para verificar essa necessidade: a altíssima umidade, o calor freqüente, água da piscina eventualmente fria, o ar saturado de cloro, a borda sempre molhada (às vezes até com poças d’água) e o fato de muitas vezes numa mesma jornada de trabalho ser necessário entrar e sair da piscina mais de uma vez.

Podemos não dar muita bola para isso enquanto somos jovens e temos uma saúde sólida para suportar essas adversidades, mas essas condições de trabalho sem dúvida agridem o nosso organismo.

E elas só se farão sentir no médio e longo prazo, quando a carga de trabalho superar nossa capacidade de suportar toda essa insalubridade ou quando a idade chegar e a nossa saúde começar a dar sinais de esgotamento. E ela sempre chega, acreditem!

Por isso, desde logo recomendo a todos que trabalham em piscinas que desenvolvam hábitos de cuidados essenciais com a saúde. Esses hábitos nos protegerão de doenças oportunistas e permitirão o pleno desenvolvimento de nossa carreira. Sim, porque, como costumo dizer, não há competência técnica ou acadêmica que subsista a ausências reiteradas ou à fadiga física provocada por doenças recidivantes. Em outras palavras, um profissional insalubre será sempre um mau profissional.


1. Equipe-se. Faça sempre uma boa mala, com toalhas sobressalentes, roupão, chinelos, uma muda completa de roupas secas, talco secante para os pés. Equipe-se e faça uso desse equipamento.


2. Se as condições físicas do ambiente estiverem favoráveis (principalmente a temperatura da água da piscina), não deixe a preguiça vencer a necessidade de entrar na água e adiante todos os conteúdos de aula que você puder. Se não, pode ser que mais tarde você precise entrar na água em condições mais adversas.


3. Evite ficar descalço. Use sempre um chinelo impermeável, esteja frio ou calor. No frio, ele lhe protegerá da friagem que sobe das pedras que cercam a maioria das piscinas. No calor ajudará secar seus pés e mantê-los livres de micoses e frieiras.


4. Mesmo que você trabalhe em vários locais, monte seus horários de trabalho de forma que, no final do expediente, você possa tomar banho sempre que entrar na piscina. Ficar com a pele impregnada de cloro por horas não é bom nem mesmo para os mais jovens;


5. Não subestime gripes e resfriados, principalmente no inverno. Cuide deles intensivamente com medicação apropriada, boa alimentação e o resguardo que for possível. A evolução para pneumonias, sinusites, amidalites e outras doenças oportunistas é bastante comum.


6. Tenha um carinho especial com a sua voz, pois ela é seu principal instrumento de trabalho. Cuide da garganta sempre que necessário (e mesmo preventivamente) com pastilhas apropriadas, sprays de própolis ou produtos semelhantes. Compre um bom apito e acostume-se a usá-lo. Você se surpreenderá como ele poupará suas cordas vocais.


7. Se você der aula em piscina aberta, talvez a qualidade do ar seja melhor do que em piscina fechada, mas em compensação sua preocupação com os efeitos do sol deve ser constante. Protetor solar e um bom boné devem ser seus amigos inseparáveis.


Para ler o artigo no local de origem, clique aqui

O PONTO DE AGARRE É FUNDAMENTAL PARA O NADO VELOZ

O agarre é o ponto durante a fase submersa da braçada, em que se tem início a propulsão. Em três dos quatro estilos de competição, quase todos os nadadores acreditam - erroneamente - que o agarre deve ser feito imediatamente após suas mãos entrarem na água. No nado de peito, alguns acreditam que o agarre começa imediatamente quando começam a deslocar, para os lados, suas mãos para fora. Esse erro provoca um dos problemas mais comuns na natação competitiva - o cotovelo caído. Na verdade, em todos os estilos, a propulsão começa mais ou menos a um terço do trajeto submerso da braçada. Os braços devem deslocar-se para fora ou para baixo por aproximadamente por 40 a 50 cm e devem ser flexionados ao longo de uma faixa de 30 a 40 graus no cotovelo, antes que o nadador execute o agarre. Os nadadores precisam deste lapso de tempo para que tenham seus braços posicionados para deslocar a água para trás.


A figura abaixo mostra quando a propulsão tem início no nado crawl. Os dados foram coletados de filmagens de Matt Biondi, nadando em provas de 100 metros. No eixo vertical, a força está expressa em quilogramas. O tempo, em centésimos de segundo, está assinalado na horizontal. Foi desenhado um padrão de braçada (vista lateral) na parte superior do gráfico, com marcações de centésimos de segundo, para ilustrar quanta força propulsiva está sendo gerada durante cada fase da braçada.



Fonte; Nadando Ainda mais Rápido - Ernest Maglisho (1993)

terça-feira, 25 de novembro de 2008

VARREDURA PARA CIMA

A varredura para cima, segue-se à varredura para dentro nos nados crawl e borboleta. A figura abaixo ilustra a varredura para cima durante o nado crawl nas vistas lateral e frontal.
Até mais.

VARREDURA PARA DENTRO

Hoje vou falar da terceira varredura - A VARREDURA PARA DENTRO.

Esta varredura segue-se à varredura para baixo nos nados crawl e costas e à varredura para fora nos nados peito e borboleta. Esta é a primeira varredura propulsiva nos três dos quatro estilos de competição. Há um movimento correspondente no nado de costas, mas é chamado varredura para cima, porque o nadador se encontra numa posição supina e o braço desloca-se para cima. Apesar disso, o modo de produção da propulsão durante a varredura para cima no nado de costas é idêntico, sob todos os aspectos, à varredura para dentro - exceto quanto à direção. Abaixo, figuras que mostram o momento da varredura para dentro nos estilos.


varredura para dentro no nado crawl

varredura para dentro nos nados peito e borboleta




varredura para dentro nos nados crawl e costas

Até mais.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

BATERÍA DE EJERCICIOS DE ONDULACIONES

1.- Ondulación subacuática manos adelante.
2.-Ondulación lateral cambiando de lado.
3.-Ondulación espalda.
4.-Ondulación con tirabuzones.
5.- Nado normal + ondulación en salidas de virajes.
6.-Ondulación variando la amplitud.
7.-Ondulación espalda con pullboy en la cara.
8.-Ondulación mariposa con pullboy en la cabeza.
9.-Ondulación vertical (sin peso o con peso añadido).
10.- Igual que 1, 2, 3 y 4 pero para atrás




Colaboração: Prof. Frank Almora Diaz

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

ANTES DE ENTRAR NA PISCINA, CONFIRA A QUALIDADE DA ÁGUA


Matéria publicada no site Swim it up (http://swim.com.br/noticias.php?id=42730)


A piscina aparentemente cristalina nem sempre é a melhor indicação. Além da boa aparência visual, a água precisa estar adequadamente sanitizada para garantir a saúde e bem-estar dos usuários. O uso intenso durante as estações mais quentes, ou mesmo a simples exposição às interferências do tempo, nas épocas mais frias, interferem diretamente na salubridade e na segurança.
“A sanitização da água é importante em qualquer época do ano. Uma piscina sem tratamento químico favorece a transmissão de doenças infecciosas como micose, conjuntivite, otite, febre tifóide, herpes, hepatite, entre outras. Além disso, propicia o aparecimento de larvas de insetos e se transforma em um criadouro do mosquito da dengue”, explica José Maria Campos, gerente de Marketing da hth.

De acordo com o executivo, o tratamento químico da piscina deve seguir critérios específicos. “Quando realizado de maneira adequada, elimina doenças e também facilita e barateia a manutenção da piscina, tanto em períodos de menor movimento quanto em épocas em que o uso é maior.”

O técnico da hth, Fábio Forlenza, estima que o custo mensal para o tratamento da piscina começa em R$ 60,00, variando de acordo com o produto utilizado e a regularidade do seu uso. O tratamento deve levar em conta três fatores: a remoção física de sujeiras, o bom funcionamento do filtro e o uso adequado de produtos químicos. “É isso que mantém a piscina mais saudável. A cloração, na medida certa, assegura que a água esteja totalmente sanitizada”, explica.


O uso do cloro

Existem diversos tipos de cloro no mercado: hipoclorito de sódio e de cálcio, cloro gás ou estabilizados. No entanto, seja qual for o produto escolhido, o que o usuário adicionará à água é o ácido hipocloroso, substância que, uma vez diluída, será capaz de gerar o que os especialistas chamam de “potencial de oxi-redução”.

Forlenza explica que a oxi-redução é o processo responsável pela eliminação dos microorganismos e pela oxidação da matéria orgânica presente na água, proveniente dos fluídos corpóreos dos atletas, banhistas e também das células de algas que caem sobre a piscina, trazidas pela poeira presente no ar e pelas chuvas. Além disso, a água é frequentemente contaminada por um grande número de insetos, folhas e outros materiais orgânicos.

O cloro é o produto mais utilizado para eliminar essas fontes de contágio. Em razão de suas características, disponibilidade, preço acessível e grau de confiança, estima-se que aproximadamente 95% das piscinas em todo mundo, principalmente as de grande porte, em academias e clubes, utilizem o produto como fonte de sanitização.

Mesmo nos tratamentos alternativos - ultra-violeta, ionização (cobre), ozonização (O3) e salinização (geração de cloro pelo sal) – é necessária uma dosagem mínima obrigatória de cloro na água. O índice de ppm (partes por milhão) do produto varia entre as legislações municipais, mas é obrigatório nas academias, clubes, piscinas residenciais e usuários em geral. “Esse fato é pouco informado aos consumidores, mas é o cloro que, efetivamente, eliminará qualquer possibilidade de contaminação por microorganismos”, conclui Fábio Forlenza.

Procedimentos básicos

Os técnicos da hth prepararam um roteiro para auxiliar os proprietários e usuários de piscinas a manter a qualidade da água sempre em dia.

Limpeza Física:

· Varrer ao redor da piscina

· Usar peneira para retirar materiais em suspensão na água

· Limpar as bordas da piscina usando esponja e produto apropriado

· Mesmo no inverno, quando a utilização da piscina diminui, em alguns casos até 100%, o tratamento não pode ser interrompido.

· Diariamente é recomendado uma limpeza de podas periódicas

Filtragem

· Certifique que todos os equipamentos da piscina como filtro, areia, bomba e tubulações estejam em bom estado e funcionando corretamente para que os produtos sanitizantes e balanceadores da química da água atuem corretamente

· Filtrar a água da piscina por no mínimo 6 horas, diariamente ou de acordo com a recomendação do fabricante

Tratamento Químico

· A água deve estar quimicamente equilibrada (alcalinidade e pH), parâmetros que devem ser verificados pelo menos a cada dois dias ou de acordo a utilização da piscina.

· Uma vez por semana, é recomendável o processo de elevação do teor de cloro para garantir a completa eliminação de microorganismos e algas mais resistentes que ainda possam estar no meio.

· Com medidores adequados, verificar os três parâmetros da água: alcalinidade, pH, e cloro livre

· A alcalinidade desajustada dificulta o equilíbrio do pH, podendo provocar danos a equipamentos, além de deixar a água turva. A faixa ideal é de 80 ppm a 120 ppm.

· O pH desajustado pode causar irritação na pele e nos olhos, cabelos ressecados, corrosão de equipamentos e redução na eficácia do cloro. A faixa ideal é entre 7,0 e 7,4.

· O cloro é o principal agente sanitizante e desinfetante da água, sendo seu uso obrigatório por Lei. O parâmetro ideal entre 1 ppm a 3 ppm de cloro livre.

PISCINAS - CUIDADOS GARANTEM DIVERSÃO LIMPA E SEGURA

Se não forem feitos com cuidado, o armazenamento e o manuseio inadequados dos produtos para tratamento da piscina têm o potencial de transformar momentos agradáveis em uma ameaça para a saúde e a segurança das pessoas. Por isso, algumas dicas são importantes, não só para os responsáveis pela limpeza e manutenção da qualidade da água, mas também para os banhistas e freqüentadores.

Para evitar acidentes, a primeira providência é não expor os produtos ao sol e intempéries, fazendo o armazenamento em local fechado, ventilado e sem umidade, a uma temperatura em torno de 25ºC. Mantê-los longe de alimentos e outros produtos químicos, bem como do acesso de crianças e animais domésticos também são atitudes fundamentais.

No momento do uso, é necessário seguir rigorosamente as indicações de segurança que constam do rótulo do produto. Muitas vezes, misturar duas fórmulas diferentes em um mesmo recipiente pode provocar fogo, emissão de gases ou mesmo explosões. “É importante que, além de seguir as recomendações do fabricante, o manuseio ocorra em ambiente aberto, com circulação do ar, nunca em locais fechados, como a casa de máquinas. A probabilidade de intoxicação é grande”, afirma o técnico da hth, Fábio Forlenza.

Após a aplicação, as embalagens devem ser guardadas imediatamente. Com o término do produto, ainda é aconselhável enxaguar e retirar todo o resíduo, antes de descartar a embalagem vazia.

Passo-a-passo na internet

O site da hth traz dicas e detalhes de como proceder para manter uma piscina limpa de forma correta e segura. No endereço www.hth.com.br, o internauta encontra, ainda, um programa que calcula a dosagem ideal de produtos, simula o tratamento e tira dúvidas sobre o assunto. A empresa ainda coloca à disposição do público o telefone 0800 0 112200. As ligações são gratuitas.
Até mais.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

"NOVA" VIRADA DO COSTAS PARA O PEITO!

Muitos professores têm me procurado perguntando sobre a "nova" virada no medley do costas para o peito, então aí vai um vídeo que ilustra bem o movimento, primeiro em velocidade normal, depois em slow motion.
Aproveitem, testem e ensinem!
Abraços

CRIATIVIDADE!

Já ouvi uma vez que é melhor contratar um cara preguiçoso, porque ele consegue fazer o que os outros fazem, em menos tempo, só para ficar sem fazer nada.

O vídeo abaixo é uma boa amostra disso, não tem nada a ver com natação, mas mostra que com criatividade e conhecimento, impulsionado por uma dose de preguiça, podemos fazer coisas incríveis.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

CAMPEONATO BRASILEIRO INFANTIL DE VERÃO


Acabo de voltar do Campeonato Brasileiro Infantil de Verão e vi, com muita satisfação que a técnica de nado passou a ser uma coisa importante nesta categoria. Depois de anos vendo crianças nadando forte, porém com pouca preocupação técnica, neste campeonato vi muita evolução neste sentido.

Obviamente, com esta preocupação, os resultados aparecem e foi um dos campeonatos mais disputados e fortes dos últimos anos.

Só quem tem a ganhar com isso é a natação. Excelente!

101 DICAS PARA MELHORAR SUA AULA/TREINAMENTO (71 a 80)


71 - Estabeleca uma aberta e efetiva comunicacao com todos.

72 - Quando estiver em duvida, pense e repense sua atitude. Nao tenha medo de dizer: "Eu nao sei".

73 - Aplique acoes para minimizar os riscos. A funcao basica dos treinadores de natacao eh a seguranca e saude dos seus atletas.

74 - Encoraje seus atletas quando estiverem em lesoes ou em recuperacao de doencas. Todos precisam de um auxilio nesta hora.

75 - Esteja sempre com suas responsabilidades legais cumpridas.

76 - Treinadores eficientes sao responsaveis e efetivos.

77 - Auto-reflexao deve ser sempre sua constante companhia. Seja critico mas jamais auto-destrutivo.

78 - Reconheca a contribuicao dos outros. Todos podem se sentir apreciados quando escutados e colaborar com seu trabalho.

79 - Reconheca, divulgue e premie. Elogie em publico, critique em particular. 80 - Seja lider a frente do seu time, e suporte a base do seu grupo.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

101 DICAS PARA MELHORAR SUA AULA (61 a 70)


61 - Seja agradavel sem dar preferencia a nenhum dos seus alunos.

62 - Matenha as razoes do seu trabalho na sua mente, e os seus objetivos perto do seu coracao.

63 - Deseje, mantenha os sonhos vivos, todos os dias.

64 - O que faz um grande treinador? Grandes atletas!

65 - Seja firme e justo.

66 - Construa seu programa com equilibrio, diversao, excelencia, bom relacionamento e forca.

67 - Seja divertido, uma boa piada, sem sarcasmo mas que deixe o ambiente mais alegre.

68 - Apresente questoes e de respostas. Ensine a seus nadadores a descobrir as respostas por eles mesmo e aprender as licoes.

69 - Observe, pondere e responda. Seja um observador do comportamento humano.

70 - Divida experiencias com frequencia.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

SLOW MOTION!


Pessoal, esta semana, o blog trabalhará em ritmo mais lento. Estou em Curitiba no Campeonato Brasileiro Infantil de Verão, com a cabeça totalmente voltada para o campeonato e para a minha equipe, portanto, colocarei algumas postagens quando possíve, mas na próxima semana, voltarei ao ritmo normal.

Obrigado pela compreensão.

Abraços a todos.


MIXIRICA

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

INICIAÇÃO AO ESPORTE PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA VISUAL.


Historicamente, os precussores da iniciação esportiva dos cegos e deficientes visuais foram os profissionais dos institutos, entidades, escolas e associações que realizam atendimentos às pessoas com deficiência.

Porém, com ênfase atual na educação inclusiva (educação esta que praticamos e em que acreditamos), muitos alunos com deficiência visual e cegueira têm participado das aulas de educação física no ensino regular.

Com as modalidades esportivas não tem sido diferente, cada vez mais vemos as pessoas com deficiência participando de atividades esportivas em ambientes regulares. Desta forma, a pedagogia que apresentamos é aquela que propicia ao cego e ao deficiente visual inserir-se em aulas de natação regulares sem a necessidade de turmas específicas.

Para isso, acreditamos que pequenas modificações são necessárias. Uma fundamental é a mudança de atitude do professor em face do aluno com deficiência.

O professor não deve enxergar seu aluno com base em sua deficiência, mais sim nas suas potencialidades, que estão muito além da sua incapacidade de enxergar perfeitamente.

Outro passo importante é ouvir seus alunos. São eles que necessariamente vivem o problema e, muitas vezes, também são eles que dão soluções para nossas dúvidas e dificuldades. Caso isto não seja possível, lembre-se de procurar apoio no ensino especializado e na família da pessoa com deficiência.

A natação, independentemente de ser praticada em um ambiente segregado ou regular, traz ao deficiente visual a possibilidade de:

1 - aproveitar melhor o tempo livre de forma sadia e divertida, evitando o sedentarismo;

2 - ampliar as relações interpessoais por meio de atividades em grupos;

3 - melhorar a condição física geral;

4 - melhorar a coordenação e orientação espacial;

5 - superação pessoal e melhora da auto-estima;

6 - evitar e prevenir doenças secundárias.

O enfoque, quanto à metodologia e pedagogia de ensino a serem utilizadas, dependerá dos objetivos que se pretende atingir e da idade do aluno, pois partimos do pressuposto de que os objetivos gerais da natação podem ser muito diversos, tais como:

reabilitador;

utilitário;

educativo;

recreativo;

social;

competitivo.

Antes de iniciar um trabalho de natação com alunos com cegueira e deficiência visual, o professor deve obter respostas para algumas questões básicas, além de realizar também uma avaliação para determinar o nível atual de desempenho do aluno.

O que o aluno consegue enxergar? Quando (com que idade) ocorreu a perda da visão? Durante que período ela evoluiu? Continua evoluindo? Qual é a patologia? Como eu posso estimular e utilizar o resíduo visual? Existe alguma atividade física contra-indicada? Já praticou a modalidade? Pratica ou praticou alguma outra atividade física? Qual o objetivo que o aluno busca atingir com a prática da natação?

Outra etapa muito importante do processo de iniciação está ligada ao uso correto dos materiais e instalações a serem utilizadas. Antes, contudo, de descrever tais características, devem-se considerar dois fatores:

Quando um cego ou deficiente visual choca-se ou cai, estabelece-se uma relação de medo e insegurança para com o ambiente e para com o professor. Grande parte da informação que o cego recebe chega a ele pelo canal auditivo e tátil – cinestésico.

Para que se faça um bom uso dos principais canais de informação e que se previnam possíveis acidentes, tanto alunos quanto professores devem estar familiarizados com as técnicas de orientação e mobilidade, dentre elas, as técnicas de locomoção com guia vidente e de autoproteção. Estas dicas podem ser vistas nos links abaixo:




Até mais.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

VARREDURA PARA FORA E PARA BAIXO

Numa postagem anterior enumerei as quatro varreduras existentes na natação, segundo Maglisho. Agora explicarei cada uma delas.
Em primeiro lugar está a varredura para fora - que é o movimento submerso inicial nos nados peito e borboleta. Apesar de não ser um movimento propulsivo, tem vital importância para posicionalr as mãos no lugar certo para inicar a varredura para dentro, onde sim, existirá a propulsão nos nados.
Esta varredura está ilustrada na figura acima.



Os nadadores dos nados crawl e costas usam uma varredura para baixo com o objetivo de iniciar suas braçadas submersas. A figura acima ilustra este momento nos dois nados. Este também é um movimento não-propulsivo.

Até mais.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

10000 EXIBIÇÕES DE PÁGINA!


Sou da opinião que sempre temos que comemorar as pequenas coisas que fazemos certo ou que nos dão alguma alegria, então temos mais uma marca para comemorar! Hoje o blog atingiu 10 000 exibições de página!

Isto dá uma média de 2000 exibições por mês. Obrigado a todos que continuam acessando o blog e bem-vindo aos novos amigos, pois o blog cresce a cada dia.

Mandem sugestões, críticas ou qualquer coisa que possa fazer o blog melhorar cada vez mais.

Um grande abraço a todos!


Mixirica

EDUCATIVOS PARA NADO DE PEITO

Esta postagem foi escrita no blog do Paineiras Natação pelo Prof. Wladmilson Ramos Veiga.
São dois bons vídeos de educativos para o nado peito utilizando snorkel e palmar e o que chamamos aqui no clube de "braçada bigode".

O nado de Peito necessita de uma ótima coordenação entre braços e pernas para ter uma boa fluência no nado. Muitas vezes o atleta não consegue isto, pois utiliza somente sua braçada para elevar sua cabeça para respirar. O Snorkel pode ser utilizado para corrigir detalhes da braçada e também do ritmo de nado. Abaixo um vídeo de uma sequência de palmateio e a famosa "braçada bigode".



Abaixo mais um vídeo ainda com Snorkel, agora também com palmar, para educativos de braçada e respiração. Note que o educativo tenta firmar a posição baixa da cabeça e muito próxima do nível da água. Outro detalhe é que sempre devemos começar a braçada e durante o movimento para dentro é que nossa cabeça sai da água para respirarmos. Tudo isto sempre mantendo o corpo o mais alinhado possível com o nível da água.




Para acessar o blog do Paineiras Natação, clique aqui

terça-feira, 4 de novembro de 2008

101 DICAS PARA MELHORAR SUAS AULAS (51 A 60)


51 - Procure ajudar cada atleta a buscar seu objetivo, sem se importar qual o nível do mesmo. Nem todos irão ser campeões mundiais.

52 - Seja inovativo. Criativo e tente trazer sempre novidades para o seu trabalho.

53 - Tente não se estressar demais. (overcoaching) Você talvez não precise falar o tempo todo.

54 - Nunca perca confiança em você mesmo. Você pode fazer isso.

55 - De força a seus atletas para tentarem ajudar na direção de seu programa. 56 - Mantenha boa aparência, procure parecer profissional.

57 - Tecnologia é seu aliado jamais o seu inimigo. Use isso para melhorar o seu programa.

58 - Quando parecer que está ficando difícil, o trabalho deve ser continuado. A preparação psicologórica será a chave para o sucesso competitivo.

59 - Faça a sua rotina como se fosse um filme: faça, grave, analize, modifique e aja. Em ingles dizemos D.R.A.M.A. (do, record, analyse, modify, act)

60 - Enfrente os problemas diretamente com seus atletas, nao deixe nada virar fofoca e seguir adiante.


Até mais.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

EQUIPAMENTOS?


Às vezes eu acho que professores de Educação Física são meio malucos, no bom sentido claro, e a prova está neste artigo publicado no site do Paineiras Natação. Vale a pena ler o artigo para ver como somos inventivos, quando queremos.

Para acessar o artigo, clique aqui

BATERÍA DE EJERCICIOS TÉCNICA DE MARIPOSA


Colaboração Prof. Frank Almora Diaz.

Agora vamos aos exercícios para o nado borboleta.



1.-Mariposa con un brazo cambiando cada tres.
2.- Maricrolbi doble, triple (2 con un brazo, 2 con el otro, 2 con los dos).
3.- Mariposa 3/1 (braza/mariposa) todo con patada mariposa.
4.- Agarre pies mariposa.
5.- Mariposa “BIONDI” recobro subacuático.
6.- Mariposa entrada puños cerrados.
7.- Mariposa desde brazos en el cuerpo.
8.- Mariposa respiración lateral.
9.- Mariposa recobro subacuático sin pies.
10.- Mariposa con palmada (luego entrada buena).
11.- Braza patada mariposa.
12.- Crol patada mariposa.
13.- Espalda patada mariposa.
14- Mariposa por debajo del agua.
15.- Mariposa con pullboy.
16.- Mariposa completa vertical.
17.- Mariposa coordinación cabeza/ brazos.
18.- Mariposa coordinación patadas/brazos.
19.- Mariposa sin respirar.
20.- Mariposa + 4 patadas con cuerpo estirado.
21.- Mariposa con un brazo.
22.- Pies mariposa coordinando respiración/patadas.
23.- Mariposa con 4 patadas (ciclo + 2 patadas cuerpo estirado).
24.- Mariposa pajaritos.
25.- Mariposa para atrás.
Até mais.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

BATERÍA DE EJERCICIOS TÉCNICA DE BRAZA


Colaboração: Prof. Frank Almora Diaz


1.- Patada braza manos en el cuerpo. Boca arriba rodillas dentro.
2.- Igual boca abajo.
3.- Braza con dos patadas (con tres … )
4.- Braza patada mariposa.
5.- Braza pies crol.
6.- Braza subiendo mucho el cuerpo.
7.- Tres brazadas por arriba tres brazadas por abajo.
8.- Braza buceo (braza subacuática).
9.- Pies braza en vertical.
10.- Remadas utilizando los pies y tobillos.
11.- Patada bicicleta (waterpolo).
12.- Cuatro braza patada mariposa + uno a mariposa (variar 4/1).
13.- Remadas brazos por delante de los hombros.
14.- Nado braza con palitas.
15.- Braza con pullboy.
16.- Cinco + cinco nadar más flotar (5 ciclos+5” flotar).
17.- Braza puños cerrados.
18.- Nado braza brazos rápidos y pies lentos.
19.- Nado braza brazos lentos y pies rápidos.
20.- Coordinación brazos cabeza.
21.- Coordinación agarre/piernas (braza deslizando 1”,2”,3”,… ).
22.- Nado braza agarrados (mano pie contrario).
23.- Nado braza reduciendo brazadas.
24.- Brazos braza para atrás con pullboy.
25.- Braza con 1 brazo, el otro brazo pegado al cuerpo.
26.-Braza normal por debajo del agua.
27.- Ciclos de salida/viraje (deslizo, manos atrás, patada mariposa, recobro brazada, patada empiezo a nadar).

TÉCNICA DE NADO: UMA TERMINOLOGIA DIFERENTE


Como nesta série de postagens, estou seguindo e me baseando, às vezes transcrevendo trechos do livro de Ernest Maglisho - Nadando Ainda Mais Forte, tenho que explicar a terminologia que será utilizada para a descrição das técnicas que serão mostradas a partir de agora.

Para Maglisho, os termos tração e empurrada, se tornaram obsoletos quando se descobriu que os nadadores utilizavam braçadas diagonais para a propulsão, então, o autor sugeriu a palava varredura para descrever os movimentos, porque, segundo ele, atende à natureza destes movimentos de braçadas, mais parecida com a atividade de uma hélice. O termo varredura será sempre acompanhado da direção do movimento, por exemplo varredura para baixo.


AS QUATRO VARREDURAS BÁSICAS DOS BRAÇOS, UTILIZADAS POR NADADORES DE COMPETIÇÃO:


1 - Varredura para fora - durante a parte submersa da braçada, o movimento inicial nos nados borboleta e peito;

2 - Varredura para baixo - durante a parte submersa da braçada, o movimento inicial usado nos nados crawl e costas;

3 - Varredura para dentro - o segundo movimento usado em todos os estilos de competição;

4 - Varredura para cima - o movimento final nos nados crawl e borboleta.


quinta-feira, 30 de outubro de 2008

COMO ENSINAR A FILIPINA


O Prof. Bona, no Blog Dentro D´Água coloca uma sequencia pedagógica para o ensino da filipina. Muito interessante o artigo.

Para ir para a página, clique aqui

Outro artigo sobre o tema está na página da bestswimming, postago pelo Coach Alex Pussieldi. Para ler, clique aqui

DE VOLTA A NEWTON: OUTRA INTERPRETAÇÃO DA TEORIA DA SUSTENTAÇÃO

Embora cada nova teoria tem nos ajudado a compreender melhor a propulsão na natação, nenhuma delas é capaz de explicar todos os aspectos da propulsão aquática.
Ernest Maglisho acredita que a melhor explicação vem da teoria da força propulsiva da sustentação, porém não acha que o princípio de Bernoulli seja o principal mecanismo gerador da força de sustentação. Segundo o autor e pesquisador, a terceira lei d Newton provavelmente tem um papel muito mais importante.
Se o toda a força de propulsão viesse do princípio de Bernoulli, os nadadores não precisariam angular suas mãos para se movimentarem pela água, bastava utilizar a forma de fólio das mãos para produzir a ascensão e as forças resultantes. Entretanto, pesquisas e observações pessoais demonstram que os nadadores geram mais força propulsiva quando movimentam suas mãos por meio da água em certos e precisos ângulos de ataque (Hinrichs, 1986; Luedtke, 1986; Maglisho et al., 1986; Scheihaulf, 1978; Schleihauf et al., 1988).
Podemos testar a importância do ângulo de ataque em relação à forma colocando a mão para fora da janela de um carro em movimento. Se você angular a mão para baixo, da parte da frente para trás, sua mão será imediatamente impelida para cima. Contudo, você perceberá pouco efeito se sua mão permanecer perfeitamente na horizontal e espalmada, num ângulo de ataque igual a zero, não importando o quanto você a curve.
É certo que o rpincípio de Bernoulli tem sua importância para a propulsão, porém deve ser menor do que a ação da terceira lei de Newton, ou seja, o nadador tem que empurrar a água para trás, para que possa avançar para a frente.
A descoberta no final dos anos 70 que os nadadores dão braçadas em diagonal e não diretamente para trás deve ter sido o causador do abandono da Lei de Newton em favor do Princípio de Bernoulli, porém a interpretação da Lei foi muito limitada, acreditando que os nadadores deveriam empurrar a água diretamente para trás e, se esquecendo que eles poderiam acelerar a água com movimentos de braçadas em diagonal, mediante a orientação da mão e do braço de tal forma que o fluxo relativo da água fosse deslocado para trás.
A figura abaixo mostra como um nadador pode acelerar a água para trás com movimentos diagonais durante a parte intermediária do nado crawl.












Sua mão está se deslocando para trás e para dentro (como indica a seta fina). O fluxo relativo da água começa sob a mão na direção oposta - ou seja, para fora e para frente, como indica a primeira metade da seta sombreada ao se aproximar do lado interno (lado do polegar) da mão do nadador. Observe que sua mão está angulada (inclinada) de tal modo que o lado do polegar está ligeiramente mais elevado que o do dedo mínimo. Esse ângulo causa uma mudança na direção relativa do fluxo de água, quando o fluxo passa por baixo da mão do nadador na direção do lado do dedo mínimo. A água é deslocada para trás, como fica mostrado pela mudança de direção da seta sombreada, em sua passagem por baixo da palma do nadador. A força retrógrada aplicada à água deve (de acordo com a terceira lei dos movimentos de Newton) produzir uma contra-força de igua magnitude, que impelirá para a frente o corpo do nadador.



O princípio de Bernoulli também pode estar operando na figura, porém a diferença de pressão entra as partes acima (-) e abaixo (+) da mão e as forças de sustentação e resultante estão, provavelmente, mais direcionadas ao ângulo de ataque e ao resultante deslocamento retrógrado da água que esse ângulo produz do que com a aceleração do fluxo da água sobre os nós dos dedos.



A descrição acima é semelhante ao modo como trabalham as hélices. Apesar de estarem se deslocando na lateral, as lâminas das hélices cortam a água pelo seu bordo de ataque e a faz se deslocar para trás, saindo pelos bordos de fuga, acelerando a água e impelindo o barco para a frente.



Maglisho acredita que os nadadores usam suas mãos e seus braços como lâminas de uma hélice giratória. Suas mãos tomas o formato de hélices todas as vezes que existe troca de direção durante a fase submersa da braçada.



A figura abaixo mostra uma nadadora usando suas mãos e braços como lâminas de uma hélice giratória.




Conforme já foi anteriormente mencionado, uma das razões porque os nadadores mudam periodicamente as direções de seus braços e suas mãos durante toda a fase submersa da braçada é para "fugir" da água que já foi acelerada e acha água "nova", mais tranquila para contrapressionar. Outra razão pela qual o movimento propulsivo não pode continuar indefinidamente em qualquer direção específica é que a fricção finalmente terminará provocando o desaparecimento da camada limítrofe de água em torno dos braços e das mãos. Isso provocará turbulência e uma redução da força propulsiva.



Até mais.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

LITERATURA SOBRE ESPORTES PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIAS FÍSICAS


O Prof. Maico Cléber me mandou esta lista de livros, artigos e dissertações sobre o esporte para portadores de deficiências físicas. Para quem está procurando mais informações à respeito, é uma ótima fonte de pesquisa.


Abraços e boa leitura.


ALMEIDA, J. J. G. de. (1995) Estratégias para a aprendizagem esportiva: uma abordagem pedagógica da atividade motora para cegos e deficientes visuais. Tese (doutorado em educação física) – Faculdade de educação física, universidade estadual de campinas.

ARAÚJO, P. F. (1998) Desporto adaptado no Brasil: Origem, institucionalização e atualidade. Brasília: Ministério da educação e do desporto/

INDESP.CAMARGO, W. X. de. (1999) O universo desportivo de cegos e deficientes visuais: Uma interpretação. Dissertação (Mestrado em educação física) – Faculdade de educação física, universidade estadual de campinas.

CASTRO, E.M. (2005) Atividade física adaptada. 1. Ed. Ribeirão Preto: Tecmedd.

CATTEU,R., GAROFF, G. (1990) O ensino da natação. 3. Ed. Manole.

CIDADE, R. E. A.; FREITAS, P.S. (2002) Introdução à educação física e ao desporto para pessoas Portadoras de Deficiência. Curitiba: Ed. UFPR.

Deportes para minusvalidos físicos, psíquicos e sensoriales. Comité olímpico español. Espanha, 1992.

JUNIOR, M.O.S. (1995) Adaptação em provas de coordenação, equilíbrio e orientação espacial como proposta de avaliação motora a pessoa portadora de deficiência visual. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas.

LUZ, L.M.R. (2003) A natação, o cego e o deficiente visual: a inclusão e suas implicações no desporto de rendimento. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas.

MATTOS, E. (1998) Classificação, você sabe o que é isso? Brasil Paraolímpico. Rio de Janeiro. Ano1, nº 3, p. 19, Julho/Agosto.

MELLO, M.T. de. (2002) Paraolimpíadas Sydney 2000: Avaliação e prescrição do treinamento dos atletas brasileiros. São Paulo: Atheneu.

MAZARINI, C. (2006) A criança portadora de deficiência visual e a alegria de aprender a nadar. 1. Ed. São Paulo: Editora Santos.

Natação para pessoas portadoras de deficiência visual, manual do instrutor. CETEFE. SD. 1 Vídeo, son., color.Reglamento de natación.

IBSA. 2005-2009.Swimming rules.

IPC Swimming. 2005-2008

TOLMATCHEV, R. (1998) A classificação desportiva dos cegos e deficientes visuais: Possibilidades e limites. Brasil Paraolímpico. Rio de Janeiro. Ano1, no 5, p. 19, novembro.

WINNICK, J.P.(2004) Educação física e esportes adaptados. Barueri: Manole.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

BATERÍA DE EJERCICIOS TÉCNICA DE ESPALDA


Apresento mais exercícios utilizados pelo Prof. Frank Almora Diaz para técnica de estilo, agora para costas.



1.-6 + 6 nado.
2.- 8 + 8 pies tirabuzón.
3.- Pies laterales (boca-arriba giro).
4.- Espalda 1 brazo.
5.- espalda 1 brazo replay.
6.- Espalda braza.
7.- Espalda giros 3”-5” – c/1,2,3… brazadas
8.- Pies verticales.
9.- Pies rolido con gorra (cuerno).
10.- Espalda 1 brazo con gorra (cuerno).
11.- “Over” boca arriba.
12.- Remadas boca arriba.
13.- Pies manos fuera (estático, dinámico).
14.- Pies brazos fuera.
15.- Dedo gordo, dedo pequeño.
16.- Coord. brazo/brazo 4/8.
17.- Ondulación subacuática.
18.- Espalda pies mariposa.
19.- Espalda pajaritos.
20.- Espalda puños cerrados.
21.- Nado tirabuzón.
22.- Nado tirabuzón + voltereta.
23.- Rodilla pie fuera.
24.- Mano pie enganchado.
25.- Espalda para adelante.

PROPULSÃO POR ANÉIS CONCORRENTES



Seguindo a teoria do vórtice da propulsão na natação, hoje vou falar da segunda parte da teoria, que é a propulsão por anéis concorrentes.


Em alguns momentos da natação, como no final das partes submersas das braçadas dos nados borboleta e crawl e durante as batidas para baixo das pernadas do nado de borboleta e de pernada de adejamento, a manutenção do redemoinho recorrente se torna impossível, devido à rápidas mudanças de direção que fazem com que a camada limítrofe de líquido se desfaça.


Quando isso ocorre, é criado um estado de fluxo não-contínuo, caso em que a flutuação por sustentação deixa de ser efetiva. É nesse ponto que o mecanismo por anéis concorrentes começa a atuar.


O nadador de borboleta da figura abaixo ilustra este momento. Colwin acredita que a rápida mudança de direção de cima para baixo, na parte superior da pernada, cria uma diferença de pressão entre a parte inferior dad pernas (onde a pressão é mais alta) e a superior (onde a pressão é mais baixa). A resultante separação da face ar-água, por sua vez estabelece um redemoinho recorrente em torno dos pés. Este redemoinho, devido à rápida aceleração dos pés para baixo será mantido até que os pés do nadador parem de se mover momentaneamente ao final da batida para baixo. Neste momento, o fluido que compõe este redemoinho é rapidamente impelido para trás. Por sua vez, o movimento da água para trás cria uma contraforça que impele o nadador para a frente.





Conforme foi mencionado, o mecanismo dos anéis concorrentes pode gerar propulsão no final das braçadas dos nados borboleta e crawl, conforme ilustrado na figura abaixo por um nadador nadando crawl.




Nesse caso, ele muda rapidamente a direção dos movimentos das suas mãos de dentro para fora. No processo, ele conduz um redemoinho recorrente que é impelido para trás, à medida que a velocidade da sua mão desacelera imediatamente antes de atingir a superfície.

A teoria do redemoinho é realmente uma extensão da teoria da sustentação, porém há alguns problemas para a sua validação, do mesmo modo que em outras teorias. O principal problema consiste em determinar se os nadadores podem realmente estabelecer redemoinhos em torno das suas mãos e pés. O movimento da água não pode ser visto para ser acompanhado, somente durante a entrada da mão na água, quando alguns nadadores deixam um rastro de bolhas pelo caminho das mãos. Nadadores mais experientes conseguem diminuir ainda mais este caminho de bolhas, dificultando ainda mais a observação do mecanismo. Apesar disso, essa teoria merece ser estudada e pode também levar a uma compreesão mais aprofundada do modo com que os nadadores utilizam as forças de sustentação para a sua propulsão.

Até mais.

Fonte: Nadando ainda mais rápido - Maglisho - 1999

sexta-feira, 24 de outubro de 2008


Recebi esta sensacional contribuição de educativos do Prof. Frank Almora Diaz - Técnico da Seleção Brasileira de Pólo Aquático e Técnico do Clube Paineiras do Morumby. Coloquei no original para dar um ar "internacional" ao blog. Aproveitem.


1.-BATERÍA DE EJERCICIOS TÉCNICA DE CROL
1.-Punto muerto.
2.- 1 brazo otro en el cuerpo.
3.- Brazos dentro.
4.- Pies laterales.
5.- Pies verticales.
6.- Pies esposas
7.- Sobaquillo codo alto. (Axila)
8.- Sobaquillo codo alto-mano-codo alto.
9.- Nado pajaritos (manos en las axilas).
10.- 6 + 6 crol espalda (nado o pies)
11.- Nado con tirabuzones.
12.- Nado con volteretas.
13.-Agarre.
14.- Remadas boca abajo.
15.- Brazo-pie enganchado.
16.- Nado, 1 pie fuera del agua.
17.- Nado sin respirar.
18.- Crol subacuático.
19.- Crol para atrás.
20.- Over (crol pies braza, cabeza fuera).
21.- Crol con cabeza fuera (Waterpolo).
22.- Nado R/3, R/variado, respiración lado contrario.
23.- Nado puños cerrados.
24.- Coordinación brazo-brazo.
25.- Crol patada mariposa.


"Asta la vista, baby"

TEORIA DO VÓRTICE (REDEMOINHO) DA PROPULSÃO NA NATAÇÃO

Cecil Colwin propôs uma teoria da propulsão na natação que se baseia na formação de vótices (redemoinhos). Obviamente, ficou conhecida como teoria do redemoinho da propulsão na natação.


Embora quase todos os pesquisadores tenhas estudado a propulsão na natação sob o ponto de vista dos movimentos de nados dos atletas, Colwin estudou a propulsão sob o aspecto do movimento da água e seus efeitos na propulsão.


Ele propôs que os nadadores eficientes utilizam dois tipos de propulsão na natação (1) laminar (de fólio) e (2) dos anéis concorrentes. Em geral, ele acredita que a propulsão de fólio ocorre na primeira metade da parte submersa da braçada e que os mecanismos dos anéis concorrentes é utilizada mais frequentemente para a produção da propulsão na segunda metade.




PROPULSÃO LAMINAR (DE FÓLIO)


Observando o desenho abaixo, podemos ver como o mecanismo funciona. Segundo Colwin, A pressão mais baixa da parte superior do fólio faz com que a água que passa por baixo do fólio se "enrole" para cima e para trás, formando um redemoinho inicial (linha azul). Depois deste momento, a água que sai do redemoinho inicial, se mistura com a água que está passando por cima do fólio e inverte o lado do redemoinho, passando ao sentido horário (oval preto), formando o redemoinho recorrente.


O redemoinho recorrente está se movendo no mesmo sentido que a água que passará por cima do fólio, porém no sentido oposto à que passará por baixo. Isto faz com que aumente a velocidade da água por cima (diminuindo ainda mais a pressão) e diminua a velocidade da água por baixo do fólio (aumentando mais a pressão). Este processo faz com que a diferença de pressão entre a parte de cima e a de baixo do fólio aumente aina mais, aumentando também a força de sustentação. Esta nova força de sustentação combina-se com a de arrasto e a força resultante faz com que o atleta se desloque para a frente.


Sei que é um pouco confuso, mas olhando o desenho e seguindo a explicação, pode-se ver claramente o mecanismo em funcionamento. É sensacional, não?


Na próxima psotagem sobre o assunto, escreverei o complemento desta teoria, que é a propulsão por anéis concorrentes.


Até mais.


Fonte: Nadando ainda mais rápido - Ernest Maglisho, 1999